Armando Dutra, Presidente do SPRA em declarações ao Correio dos Açores, no dia 15 de Novembro afirmou que "é prematuro tomar qualquer posição sobre um processo que ainda está no início e que não terá efeitos este ano na carreira dos professores açorianos"
Manuel Francisco, conhecido sindicalista do SPRA disse no passado dia 19, na Escola Secundária da Ribeira Grande, que não havia razão para haver manifestação e que o Sindicáto Democrático queria era aparecer.
Mais do que guerra entre sindicatos, o que está em causa é a nossa carreira e devemos ser nós professores com a ajuda dos sindicatos que nos quiserem apoiar a exigir a revogação do Estatuto da Carreira Docente dos Açores e a suspensão da avaliação.
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sábado, 22 de novembro de 2008
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Na Escola Domingos Rebelo assinaturas contra avaliação
Mais de 90 por cento dos professores da Escola Secundária Domingos Rebelo, em Ponta Delgada, subscreveram de acordo com um comunicado, um abaixo assinado, manifestando o seu desacordo com o Estatuto da Carreira Docente na Região Autónoma dos Açores (ECDRAA), nomeadamente com o modelo de avaliação dele decorrente. "Não questionando a avaliação de desempenho, como instrumento que também concorre para a valorização das suas práticas docentes", os signatários exigem a revogação do ECDRAA e a suspensão imediata do modelo de avaliação "até ao estabelecimento de outro normativo que tenha carácter formativo e valorize a componente lectiva". A avaliação foi ontem reavaliada no Continente e nos Açores, sendo um diploma distinto, prevê-se que o assunto seja brevemente debatido com a nova tutela.||
OG
(Açoriano oriental, 21 de Novembro de 2008)
OG
(Açoriano oriental, 21 de Novembro de 2008)
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sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Avaliação do desempenho nos Açores: SDPA é o único Sindicato a exigir a sua suspensão
Na sequência de uma entrevista dada pelo Presidente do SDPA, Fernando Marques Fernandes, ao Diário Insular, eis o texto integral da notícia hoje publicada nesse jornal, esclarecedora sobre as posições dos Sindicatos e de Álamo de Meneses, quanto à avaliação do desempenho dos docentes nos Açores.
Centenas de professores subscreveram uma moção do Sindicato Democrático dos Professores dos Açores que apela ao Governo Regional a suspensão da avaliação dos docentes.
O presidente do Sindicato Democrático dos Professores dos Açores, Fernando Marques Fernandes, disse ontem ao DI que a moção deverá ser entregue ao titular da pasta da Educação do próximo Governo Regional que será empossado terça-feira na Assembleia Legislativa.
De acordo com o texto da moção com a entrada em vigor do Estatuto da Carreira Docente dos Açores “foi imposto um modelo de avaliação do desempenho normativo, anual, burocratizado e que parte do princípio da desconfiança do trabalho dos educadores de infância e dos professores”.
Segundo o documento elaborado pela referida estrutura sindical, “este modelo de avaliação, que não passa de um sistema de notação funcional, realizada após o ano lectivo estar finalizado, sem qualquer cunho colegial e formativo e sem impacto na melhoria efectiva da prática docente, constitui-se como um instrumento administrativo de gestão das carreiras e das progressões dos docentes, penalizador e punitivo”.
Ainda de acordo com a moção, não houve formação dos avaliados e avaliadores e também não existe uma uniformização de procedimentos.
Adianta que o processo de avaliação “é burocrático e de uma imensa complexidade documental” e que os instrumentos utilizados “não contemplam a diversidade das funções docentes”.
Por seu turno, o presidente do Sindicato dos Professores da Região Açores, Armando Dutra, considera que “é prematuro tomar qualquer posição sobre um processo que ainda está no início e que não terá efeitos este ano na carreira dos professores açorianos.
“Vamos aguardar para ver como o processo vai decorrer para depois tomar uma posição”, afirmou.
Entretanto, o secretário regional da Educação e Ciência, Álamo Meneses, destacou o facto de a avaliação dos professores nos Açores ser diferente da que está a ser efectuada no continente.
Álamo Meneses referiu que o processo de avaliação não terá reflexos na progressão da carreira docente.
“É pena que haja sindicatos que em vez de olharem para o que de bom se passa nos Açores estejam mais interessados em seguir o que acontece no continente”, afirmou.
in Diário Insular
14/11/2008
Centenas de professores subscreveram uma moção do Sindicato Democrático dos Professores dos Açores que apela ao Governo Regional a suspensão da avaliação dos docentes.
O presidente do Sindicato Democrático dos Professores dos Açores, Fernando Marques Fernandes, disse ontem ao DI que a moção deverá ser entregue ao titular da pasta da Educação do próximo Governo Regional que será empossado terça-feira na Assembleia Legislativa.
De acordo com o texto da moção com a entrada em vigor do Estatuto da Carreira Docente dos Açores “foi imposto um modelo de avaliação do desempenho normativo, anual, burocratizado e que parte do princípio da desconfiança do trabalho dos educadores de infância e dos professores”.
Segundo o documento elaborado pela referida estrutura sindical, “este modelo de avaliação, que não passa de um sistema de notação funcional, realizada após o ano lectivo estar finalizado, sem qualquer cunho colegial e formativo e sem impacto na melhoria efectiva da prática docente, constitui-se como um instrumento administrativo de gestão das carreiras e das progressões dos docentes, penalizador e punitivo”.
Ainda de acordo com a moção, não houve formação dos avaliados e avaliadores e também não existe uma uniformização de procedimentos.
Adianta que o processo de avaliação “é burocrático e de uma imensa complexidade documental” e que os instrumentos utilizados “não contemplam a diversidade das funções docentes”.
Por seu turno, o presidente do Sindicato dos Professores da Região Açores, Armando Dutra, considera que “é prematuro tomar qualquer posição sobre um processo que ainda está no início e que não terá efeitos este ano na carreira dos professores açorianos.
“Vamos aguardar para ver como o processo vai decorrer para depois tomar uma posição”, afirmou.
Entretanto, o secretário regional da Educação e Ciência, Álamo Meneses, destacou o facto de a avaliação dos professores nos Açores ser diferente da que está a ser efectuada no continente.
Álamo Meneses referiu que o processo de avaliação não terá reflexos na progressão da carreira docente.
“É pena que haja sindicatos que em vez de olharem para o que de bom se passa nos Açores estejam mais interessados em seguir o que acontece no continente”, afirmou.
in Diário Insular
14/11/2008
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Não ao Estatuto da Carreira Docente
Na Escola Secundária das Laranjeiras está a circular o Abaixo-assinado que se transcreve.
Abaixo-assinado
Exmo. Senhor
Secretário Regional da Educação e Ciência
Os Professores da Escola Secundária das Laranjeiras, abaixo assinados, manifestam o seu profundo desacordo com o ECDRAA- Estatuto da Carreira Docente na Região Autónoma dos Açores, publicado no Diário da República no dia 30 de Agosto de 2007, o qual agravou a sua situação profissional, prolongando a sua carreira e introduzindo um sistema de avaliação cuja única finalidade é dificultar a progressão.
Não questionando a avaliação de desempenho como instrumento conducente à valorização das suas práticas docentes, com resultados positivos nas aprendizagens dos alunos e promotor do desenvolvimento profissional, exigem a revogação do ECDRAA e consequentemente a suspensão imediata do modelo de avaliação vigente até ao estabelecimento de outro que tenha carácter formativo e que valorize a componente lectiva.
Abaixo-assinado
Exmo. Senhor
Secretário Regional da Educação e Ciência
Os Professores da Escola Secundária das Laranjeiras, abaixo assinados, manifestam o seu profundo desacordo com o ECDRAA- Estatuto da Carreira Docente na Região Autónoma dos Açores, publicado no Diário da República no dia 30 de Agosto de 2007, o qual agravou a sua situação profissional, prolongando a sua carreira e introduzindo um sistema de avaliação cuja única finalidade é dificultar a progressão.
Não questionando a avaliação de desempenho como instrumento conducente à valorização das suas práticas docentes, com resultados positivos nas aprendizagens dos alunos e promotor do desenvolvimento profissional, exigem a revogação do ECDRAA e consequentemente a suspensão imediata do modelo de avaliação vigente até ao estabelecimento de outro que tenha carácter formativo e que valorize a componente lectiva.
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sábado, 25 de outubro de 2008
Sindicato de Professores quer avaliação suspensa por falta de formação

O Sindicato Democrático dos Professores dos Açores (SDPA) exigiu a suspensão do modelo de avaliação dos docentes, que entrou este ano em vigor, alegando falta de formação de avaliadores e avaliados.
Além de um Estatuto de Carreira específico, os professores que trabalham nos Açores dispõem de um processo próprio de avaliação de desempenho, proposto pela Secretaria Regional da Educação.
“Estamos a defender que, enquanto não houver formação generalizada de todos os professores da região, este modelo de avaliação não possa prosseguir”, salientou o presidente do SDPA, que hoje se reuniu em plenário, na cidade de Ponta Delgada.
Segundo Fernando Fernandes, nos Açores “não foi feito nenhum trabalho” para a formação generalizada dos avaliados e avaliadores, razão pela qual este processo, neste primeiro ano, deve ter, apenas, um carácter experimental.
Além disso, o processo de avaliação, no ano que entra em vigor, não deve repercutir efeitos negativos nas carreiras, defendeu o dirigente sindical.
“Esta avaliação deve ser presidida, no que diz respeito à sua concepção e implementação, por uma comissão científica de avaliação de desempenho”, preconizou Fernando Fernandes, que se mostrou disponível para dialogar com o novo Governo Regional, que tomará posse na sequência das eleições de domingo passado.
O presidente do SDPA salientou, também, que esta avaliação de desempenho em vigor nos Açores “parte do princípio que todo o professor é mau, até prova em contrário”.
Caso o novo Governo Regional não aceite as pretensões do SDPA, os docentes dos Açores “partirão para todos os meios de luta ao seu alcance para que os professores tenham direito a uma avaliação justa”, alertou Fernando Fernandes.
No plenário de hoje, o sindicato analisou, ainda, a distribuição do serviço docente nas escolas das ilhas, tendo chegado à conclusão que se está a verificar uma “burocratização” da profissão.
“Os professores estão a deixar de ter tempo para serem professores”, alegou o presidente do sindicato, para quem os docentes estão cada vez menos centrados nos “alunos, na preparação das aulas e nas actividades lectivas”.
Lusa/AOonline, 24-10-2008
PS- O principal não foi dito ou não foi transcrito. Com efeito, o mal começa no Estatuto que não serve os professores, prolonga-se pelo modelo de avaliação que serve apenas para impedir/dificultar a progressão e acaba nas grelhas de avaliação que são de uma subjectividade tal que ou dão para tudo ou irão "grelhar-nos" no final do ano.
As exigências principais deverão ser Revogação do Estatuto e a Alteração do Modelo de Avaliação. Até lá deverá vigorar o medelo anterior.
sábado, 27 de setembro de 2008
O Clima piorou

O que se previa está a acontecer.
O silêncio da maioria dos professores em relação ao estatuto regional da carreira docente, a cumplicidade de algumas associações sindicais com o governo e a arrogância deste fizeram com que tenhamos um ECD pior do que o anterior.
Na sequência das primeiras reuniões de Departamento realizadas nas escolas, embora a maioria dos professores continue adormecida, algumas pessoas cairam em si.
A partir de agora vamos todos participar em actividades, mesmo de interesse duvidoso, vamos, por via das dúvidas, registar todas as evidências, vamos elaborar portfolios, vamos fazer planos para tudo, mesmo que sejam desnecessários, e vamos teatrializar duas aulas.
De uma coisa estou certo, não vou ter tempo para dedicar-me aos alunos.
Esta não é a escola com que sonhei, vou fazer com que a escola apenas seja o local onde vou buscar o que preciso para sobreviver. A Vida passou a estar do lado de fora dos portões...
Teófilo Braga
Comentário 1
Texto notável de denúncia da situação grotesca a que se permitiram os professores deixar chegar-se! Treze anos, um nada em tempo histórico, mas uma eternidade para quem viveu a tragédia nazi - ou para quem se debruce sobre a brutalidade conceptual e de acção nazis.
Foi um povo ordeiro, cumpridor e multiplicador das aberrantes ordens dos chefes o ninho onde os monstros se criaram. Não deixemos que os ovos de tais feras tenham calor suficiente para deles eclodir renovada geração!
Pedro
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