sábado, 5 de maio de 2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
domingo, 29 de abril de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Centrais Hidroeléctricas da Ribeira da Praia (São Miguel)
Vídeo produzido pela Escola Secundária das Laranjeiras
quinta-feira, 29 de março de 2012
sábado, 24 de março de 2012
Pelo Fim dos Subsídios às Tourtadas
Petição pelo Fim dos Subsídios Públicos à Tauromaquia nos Açores
Sua Excelência Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores,
Suas Excelências Presidentes dos Grupos Parlamentares à ALRAA,
Sua Excelência Presidente do Governo Regional dos Açores,
Ex.mas/os Senhoras/es,
Vimos, através deste instrumento de participação cívica, apelar à classe política e governativa da Região Autónoma dos Açores que se legisle o fim de subsídios públicos a práticas tauromáquicas.
Considerando o contexto socioeconómico do país e região, que através do desinvestimento na educação, no apoio social, na saúde, no emprego e salários, nos transportes, na habitação, numa cultura educativa, têm contribuindo para a degradação da qualidade de vida das populações, sendo muitas as famílias e pessoas que perderam emprego e apoios sociais e que têm dificuldades em cumprirem o pagamento de todas as suas despesas destinadas à sua sobrevivência com dignidade;
Considerando que os milhões de euros do erário público cedidos à tauromaquia nos últimos anos, nos Açores, não dinamizaram a economia nem o turismo regional, não produziram bem-estar social, tendo sido um “investimento” que beneficiou apenas um pequeno lobby;
Considerando que a ciência comprova e reconhece inquestionavelmente que os animais, como o touro e cavalo, são seres capazes de sentir emoções, medo, humilhação, dor física e psicológica, tal como angústia, stress e ansiedade;
Considerando que práticas tauromáquicas são uma expressão de insensibilidade e violência que deseduca e em nada dignifica a humanidade, sendo que estudos recentes comprovam que crianças e adultos que assistam a práticas tauromáquicas desenvolvem tendências de agressividade e violência;
Considerando que as tradições não são inamovíveis, sendo objecto de contínuas mudanças, nem podem constituir um argumento válido para justificar a continuação de práticas cruéis e violentas.
Considerando que uma sociedade que se diverte perante o sofrimento alheio não pode ser considerada uma sociedade saudável e que são cada vez mais os países, regiões e municípios por todo o mundo que estão a proibir a prática da tauromaquia e outros espectáculos violentos com animais.
Considerando que se quer que os Açores seja uma sociedade moderna, respeitada no mundo pelo seu apego e proximidade aos valores naturais, entre os quais o cuidado e bem-estar dos animais, aspecto de especial importância para fomentar um sector estratégico para a região como é o desenvolvimento do turismo de natureza.
Solicitamos que a Região Autónoma dos Açores tome as devidas medidas legislativas para dignificar as pessoas, o bom uso do dinheiro público e o bom nome da nossa região proibindo qualquer apoio financeiro ou logístico por parte de entidades públicas a qualquer prática tauromáquica, à semelhança do que foi feito pelo socialista Defensor Moura, pioneiro em Portugal ao declarar Viana do Castelo concelho livre de touradas.
Solicitamos ainda que a Região invista acima de tudo, e antes de mais, nas necessidades básicas dos Açorianos, como é a educação, saúde, habitação, acção social, transportes e criação e fixação de postos de trabalho, considerando sempre a preservação, defesa e respeito pela natureza, e pelo próximo, nos Açores.
Assinar em: http://www.peticaopublica.com/?pi=P2012N22530
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Professores são discriminados
O Movimento dos Professores e Educadores Precários
e Desempregados dos Açores (MPEPDA) criticou
ontem o regulamento do concurso lançado a nível nacional,
considerando que discrimina os professores das
regiões autónomas.
“O regulamento do concurso do continente discrimina
os professores contratados e que trabalham nas regiões
autónomas. A situação é flagrante, os professores
dos Açores e da Madeira não podem concorrer por via
do concurso nacional através da primeira prioridade”,
afirmou Fernando Marta, do MPEPDA, em declarações
aos jornalistas durante uma acção de protesto em Ponta
Delgada.
Fernando Marta lamentou que a secretária regional
da Educação, Cláudia Cardoso, não tenha assumido
qualquer posição relativamente a esta situação, nomeadamente
“fazendo alguma pressão junto do Ministério
de Educação”.
Secretária “mais preocupada em fazer
vida negra a alguns professores”
“A verdade é que não vimos por parte da secretária
regional da Educação qualquer tipo de repúdio ou
intervenção em relação a esta matéria. O que nos parece
é que a secretária anda mais preocupada em fazer
a vida negra a alguns professores deste movimento do
que com a questão da educação e contratação dos professores”,
frisou.
O MPEPDA promoveu uma concentração junto ao
Palácio de Santana, residência oficial do presidente do
Governo dos Açores, para condenar a abertura de 30
vagas para docentes na região, que, segundo este movimento,
não resolve a situação dos professores em precariedade
ou desemprego.
“Parece que é fantástico que, numa altura tão difícil,
abram 30 vagas mas, na verdade, serão totalmente
absorvidas por professores que já pertencem aos quadros,
ou seja, como todas as escolas, segundo a Secretaria
Regional da Educação, estão com vagas negativas
(com professores a mais), quando chegar à fase de
contratação, não terão vagas para nós”, afirmou Sónia
Martins, que também pertence ao movimento.
Nesse sentido, considerou que “esta medida é, nada
mais nada menos, que ‘show off’ como todas as outras”.
O MPEPDA estima que existam nos Açores cerca
de 600 professores e educadores em situação precária
ou de desemprego.
Correio dos Açores, 24 de Fevereiro de 2012
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