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domingo, 30 de novembro de 2008
Professores da Escola Secundária Manuel de Arriaga subscrevem abaixo-assinado
Os professores da Escola Secundária Manuel de Arriaga subscreveram um abaixo-assinado, dirigido à Secretária Regional da Educação e Formação, a exigir a suspensão do actual modelo de avaliação do desempenho dos professores e educadores, e a revogação do Estatuto da Carreira Docente. A referida acção contou com a participação massiva dos docentes em funções no estabelecimento de ensino - o correspondente a 80%, o que revela um profundo desacordo face a uma série de medidas impostas pela tutela que agravam a situação profissional dos professores.
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Escola Secundária Manuel de Arriaga
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Protesto de professores
Os professores da Escola Básica e Integrada Roberto Ivens assinaram um abaixo-assinado, dirigido a Carlos César, presidente do Governo Regional dos Açores, a exigir a suspensão do actual modelo de avaliação do desempenho dos professores e educadores, e a revogação do Estatuto da Carreira Docente.
O referido abaixo-assinado contou com a participação em massa de todos os docentes ao serviço da escola. Foram enviadas cópias do documento ao presidente da Assembleia Legislativa Regional dos Açores, secretária regional da Educação e Formação e a todos os grupos parlamentares. ||
LPS (Açoriano Oriental, 27 de Novembro de 2008)
O referido abaixo-assinado contou com a participação em massa de todos os docentes ao serviço da escola. Foram enviadas cópias do documento ao presidente da Assembleia Legislativa Regional dos Açores, secretária regional da Educação e Formação e a todos os grupos parlamentares. ||
LPS (Açoriano Oriental, 27 de Novembro de 2008)
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SREF
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Na Escola Domingos Rebelo assinaturas contra avaliação
Mais de 90 por cento dos professores da Escola Secundária Domingos Rebelo, em Ponta Delgada, subscreveram de acordo com um comunicado, um abaixo assinado, manifestando o seu desacordo com o Estatuto da Carreira Docente na Região Autónoma dos Açores (ECDRAA), nomeadamente com o modelo de avaliação dele decorrente. "Não questionando a avaliação de desempenho, como instrumento que também concorre para a valorização das suas práticas docentes", os signatários exigem a revogação do ECDRAA e a suspensão imediata do modelo de avaliação "até ao estabelecimento de outro normativo que tenha carácter formativo e valorize a componente lectiva". A avaliação foi ontem reavaliada no Continente e nos Açores, sendo um diploma distinto, prevê-se que o assunto seja brevemente debatido com a nova tutela.||
OG
(Açoriano oriental, 21 de Novembro de 2008)
OG
(Açoriano oriental, 21 de Novembro de 2008)
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quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Não ao Estatuto da Carreira Docente
Na Escola Secundária das Laranjeiras está a circular o Abaixo-assinado que se transcreve.
Abaixo-assinado
Exmo. Senhor
Secretário Regional da Educação e Ciência
Os Professores da Escola Secundária das Laranjeiras, abaixo assinados, manifestam o seu profundo desacordo com o ECDRAA- Estatuto da Carreira Docente na Região Autónoma dos Açores, publicado no Diário da República no dia 30 de Agosto de 2007, o qual agravou a sua situação profissional, prolongando a sua carreira e introduzindo um sistema de avaliação cuja única finalidade é dificultar a progressão.
Não questionando a avaliação de desempenho como instrumento conducente à valorização das suas práticas docentes, com resultados positivos nas aprendizagens dos alunos e promotor do desenvolvimento profissional, exigem a revogação do ECDRAA e consequentemente a suspensão imediata do modelo de avaliação vigente até ao estabelecimento de outro que tenha carácter formativo e que valorize a componente lectiva.
Abaixo-assinado
Exmo. Senhor
Secretário Regional da Educação e Ciência
Os Professores da Escola Secundária das Laranjeiras, abaixo assinados, manifestam o seu profundo desacordo com o ECDRAA- Estatuto da Carreira Docente na Região Autónoma dos Açores, publicado no Diário da República no dia 30 de Agosto de 2007, o qual agravou a sua situação profissional, prolongando a sua carreira e introduzindo um sistema de avaliação cuja única finalidade é dificultar a progressão.
Não questionando a avaliação de desempenho como instrumento conducente à valorização das suas práticas docentes, com resultados positivos nas aprendizagens dos alunos e promotor do desenvolvimento profissional, exigem a revogação do ECDRAA e consequentemente a suspensão imediata do modelo de avaliação vigente até ao estabelecimento de outro que tenha carácter formativo e que valorize a componente lectiva.
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segunda-feira, 13 de outubro de 2008
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Professores Contestam Avaliação
Um abaixo-assinado está a correr as escolas dos ensinos básico e secundário dos Açores, como forma de protesto dos professores em relação ao modelo de avaliação a que são sujeitos e o qual – acusam - por ser anual assume um carácter “mais punitivo do que formativo”, restringindo as suas hipóteses de progressão na carreira.
Ao que pudemos apurar, a iniciativa não partiu dos sindicatos mas sim de um grupo de docentes descontentes com o facto de serem avaliados todos os anos e não de uma forma bianual, como acontece no Continente e na Região Autónoma da Madeira.
“O modelo é punitivo porque se a prestação do professor não for boa, ele é logo castigado, sem que se dê tempo a que se detecte, acompanhe e supere as suas dificuldades”, frisa fonte contactada pela nossa reportagem. De resto,
O modelo de avaliação dos professores é uma componente do Estatuto da Carreira Docente, que prevê que um professor com boa avaliação progrida na carreira mas que, caso seja apenas regular, não progride.
Nos casos mais extremos, os professores que recebem três insuficientes, em três anos consecutivos, deixam de reunir condições para exercer a docência.
A mesma fonte sublinha que o actual modelo de avaliação docente nas ilhas “não será benéfico” para a classe. Tudo porque, em vez de incentivar o “espírito solidário e cooperativo”, acentuará a competição e a conflitualidade” no local de trabalho.
Os professores reivindicam uma periodicidade na avaliação, “no mínimo” idêntica à que existe no resto do país. Ou seja, querem ter um ano destinado à detecção de eventuais lacunas no seu modo de leccionação e um segundo para se preparem melhor e recorrer a uma formação.
Já terão sido recolhidas centenas de assinaturas por vários estabelecimentos de ensino.
Nota- Estou convencido que a "paz" acabou nas escolas e que a partir de Setembro assistiremos a uma caça à nota, ficando os alunos para segundo plano.
Ao que pudemos apurar, a iniciativa não partiu dos sindicatos mas sim de um grupo de docentes descontentes com o facto de serem avaliados todos os anos e não de uma forma bianual, como acontece no Continente e na Região Autónoma da Madeira.
“O modelo é punitivo porque se a prestação do professor não for boa, ele é logo castigado, sem que se dê tempo a que se detecte, acompanhe e supere as suas dificuldades”, frisa fonte contactada pela nossa reportagem. De resto,
O modelo de avaliação dos professores é uma componente do Estatuto da Carreira Docente, que prevê que um professor com boa avaliação progrida na carreira mas que, caso seja apenas regular, não progride.
Nos casos mais extremos, os professores que recebem três insuficientes, em três anos consecutivos, deixam de reunir condições para exercer a docência.
A mesma fonte sublinha que o actual modelo de avaliação docente nas ilhas “não será benéfico” para a classe. Tudo porque, em vez de incentivar o “espírito solidário e cooperativo”, acentuará a competição e a conflitualidade” no local de trabalho.
Os professores reivindicam uma periodicidade na avaliação, “no mínimo” idêntica à que existe no resto do país. Ou seja, querem ter um ano destinado à detecção de eventuais lacunas no seu modo de leccionação e um segundo para se preparem melhor e recorrer a uma formação.
Já terão sido recolhidas centenas de assinaturas por vários estabelecimentos de ensino.
Nota- Estou convencido que a "paz" acabou nas escolas e que a partir de Setembro assistiremos a uma caça à nota, ficando os alunos para segundo plano.
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