quarta-feira, 20 de maio de 2026

Virusaperiódico (181)

 


Virusaperiódico (181)

 

Comecei o dia 18, pelas 5 h e 30 min, a trabalhar nas últimas revisões do livro “Açores 500 Flores”.

 

Quando fui passear com o Max verifiquei que ainda há flores em alguns incensos. Já o havia visto no passado sábado na Ribeira Nova.

 

Acabei o dia a fazer pesquisas sobre o passado da minha terra natal, a Ribeira Seca de Vila Franca do Campo.

 

No dia 19 passei pelo Jardim Botânico José do Canto, onde localizei o gengibre-da-índia,  planta que  está no início da floração. De tarde, estive a plantar tomateiros no quintal e a rascunhar um texto sobre a Ribeira Seca de Vila Franca.

 

Foi com muita satisfação que li a recensão, da autoria da historiadora Miriam Halpern Pereira, do livro “A família Miranda e os Açores, Resistência e multiculturalismo”, editado pelas Letras Lavadas, , publicada na Revista de História das Ideias, vol 44, 2ª série, 2026, da Universidade de Coimbra.

 

O dia 20 foi muito intenso. Comecei na Biblioteca Pública de Ponta Delgada a pesquisar no jornal “O Villafranquense” e a seguir andei pelo Jardim Antero de Quental, pelo Jardim José do Canto e pelo Parque Urbano, que parece um santuário de coelhos e de galináceos. Fui também visitar a palmeira que existe junto à Igreja de Nossa Senhora de Fátima, no Lajedo. Por último, passei pela Nova Gráfica, onde fiquei conhecer o estado da impressão do livro “Açores 500 Flores”, que vai ser lançado no dia 3 de junho, no Centro Natália Correia, na Fajã de Baixo.

 

Através da rádio fiquei a saber o que já desconfiava, isto é, que há professores que andam a deseducar os alunos, pois nem uns nem outros sabem distinguir reutilização de reciclagem.

 

20 de maio de 2026

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