quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Virusaperiódico (154 e155)


 


Virusaperiódico (155)

 

O domingo 11 foi passado em trabalhos domésticos variados, tendo colocado na terra sementes de castanheiro-do-maranhão (Pachira aquatica), cujas castanhas são comestíveis.

 

Na segunda-feira, dia 12, para além de investigar que espécies foram introduzidas por José do Canto no seu jardim e que ainda podem ser encontradas lá atualmente, coloquei na terra duas estacas de tamarilho, tomate-arbóreo ou mamona (Solanum betaceum).

 

Comecei o dia 13 a ler que 70 alunos da Lagoa tinham ficado impedidos de ir às aulas devido a atraso de pagamento do transporte escolar. Vergonhoso! Li também que após 4 anos o PAN está a fazer diligências para que seja regulamentada a legislação que criou o regime de classificação do arvoredo de interesse público no arquipélago dos Açores. Os meus parabéns pela iniciativa. Não é admissível um governo não regulamentar um decreto aprovado por unanimidade na ALRA. Se o(s) governantes responsáveis pela elaboração do documento em falta não são capazes devem demitir-se ou serem demitidos.

 

De manhã, andei pelo Jardim Botânico José do Canto e de tarde estive a ler sobre plantas introduzidas nos Açores como ornamentais.

 

No dia 14 de manhã estive a ler o que escreveu Freitas do Amaral sobre o 25 de novembro de 1975 e a descansar um pouco para ganhar forças para os próximos dias. De tarde, assisti a uma palestra de Álvaro de Miranda intitulada “Repensar o nacionalismo anticolonialista à base da experiência. Muito interessante, subscrevo muitas das afirmações que ele fez sobre o nacionalismo que, se por um lado é libertador, pelo menos numa primeira fase, depois torna-se opressor.

 

14 de janeiro de 2026


Virusaperiódico (154)

 

O dia 4, domingo, foi destinado â leitura e a um convívio familiar. Acabei de ler o livro “Breve História do 25 de novembro”, de Filipe Garcia. De acordo com o conhecido jornalista José Pedro Castanheira, trata-se de “uma investigação jornalística que ajuda a fazer a verdadeira história do 25 de novembro”. De leitura fácil, para mim que tenho lido muito sobre o PREC, não trouxe nada de novo.

 

O dia 5 foi quase todo ocupado com tarefas domésticas e em contatos vários com vista à concretização de um projeto em que estou envolvido. Não houve tempo, nem forças para as sempre desejadas leituras.

 

No dia 6 andei pelo Jardim José do Canto e pela Biblioteca Pública de Ponta Delgada, em pesquisas. Apenas li um texto do jornal “A Batalha”, que esteve um ano sem ser publicado.

 

Na manhã do dia 7, estive a tratar das abelhas e a fazer podas em Vila Franca do Campo e de tarde a trabalhar no computador sobre as observações que havia feito no Jardim José do Canto no dia anterior e sobre as flores dos Açores. Não houve forças para leituras.

 

No dia 8 de janeiro voltei a Vila Franca apenas para fazer algumas colheitas e estive a trabalhar sobre flores existentes nos Açores.

 

Comecei o dia 9 a ler alguns textos da revista “Seara Nova”, que assino por inércia, e passei uma vista de olhos pela revista “Ecossocialismo” que recebi recentemente. O resto do dia estive a fazer pesquisas sobre o bombismo nos Açores e sobre plantas endémicas e nativas dos Açores.

 

O sábado, dia 10, foi passado na Ribeira Nova e na Ladeira a podar novelões, a colocar na terra estacas de sabugueiro e a fazer alporquias numa camélia e numa laranjeira.

 

10 de janeiro de 2026

 


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