Virusaperiódico (155)
O domingo 11 foi passado em trabalhos
domésticos variados, tendo colocado na terra sementes de castanheiro-do-maranhão (Pachira aquatica),
cujas castanhas são comestíveis.
Na segunda-feira, dia 12, para além de
investigar que espécies foram introduzidas por José do Canto no seu jardim e
que ainda podem ser encontradas lá atualmente, coloquei na terra duas estacas
de tamarilho, tomate-arbóreo ou mamona (Solanum betaceum).
Comecei o dia 13 a ler que 70 alunos da Lagoa tinham
ficado impedidos de ir às aulas devido a atraso de pagamento do transporte
escolar. Vergonhoso! Li também que após 4 anos o PAN está a fazer diligências
para que seja regulamentada a legislação que criou o regime de classificação do arvoredo de interesse público no
arquipélago dos Açores. Os meus parabéns pela iniciativa. Não é
admissível um governo não regulamentar um decreto aprovado por unanimidade na
ALRA. Se o(s) governantes responsáveis pela elaboração do documento em falta
não são capazes devem demitir-se ou serem demitidos.
De manhã, andei pelo Jardim Botânico José do
Canto e de tarde estive a ler sobre plantas introduzidas nos Açores como
ornamentais.
No dia 14 de manhã estive a ler o que escreveu
Freitas do Amaral sobre o 25 de novembro de 1975 e a descansar um pouco para
ganhar forças para os próximos dias. De tarde, assisti a uma palestra de Álvaro
de Miranda intitulada “Repensar o nacionalismo anticolonialista à base
da experiência. Muito
interessante, subscrevo muitas das afirmações que ele fez sobre o nacionalismo
que, se por um lado é libertador, pelo menos numa primeira fase, depois
torna-se opressor.
14 de janeiro de 2026
Virusaperiódico (154)
O dia 4, domingo, foi destinado â leitura e a
um convívio familiar. Acabei de ler o livro “Breve História do 25 de novembro”,
de Filipe Garcia. De acordo com o conhecido jornalista José Pedro Castanheira,
trata-se de “uma investigação jornalística que ajuda a fazer a verdadeira
história do 25 de novembro”. De leitura fácil, para mim que tenho lido muito
sobre o PREC, não trouxe nada de novo.
O dia 5 foi quase todo ocupado com tarefas
domésticas e em contatos vários com vista à concretização de um projeto em que
estou envolvido. Não houve tempo, nem forças para as sempre desejadas leituras.
No dia 6 andei pelo Jardim José do Canto e pela
Biblioteca Pública de Ponta Delgada, em pesquisas. Apenas li um texto do jornal
“A Batalha”, que esteve um ano sem ser publicado.
Na manhã do dia 7, estive a tratar das abelhas
e a fazer podas em Vila Franca do Campo e de tarde a trabalhar no computador
sobre as observações que havia feito no Jardim José do Canto no dia anterior e
sobre as flores dos Açores. Não houve forças para leituras.
No dia 8 de janeiro voltei a Vila Franca apenas
para fazer algumas colheitas e estive a trabalhar sobre flores existentes nos
Açores.
Comecei o dia 9 a ler alguns textos da revista
“Seara Nova”, que assino por inércia, e passei uma vista de olhos pela revista
“Ecossocialismo” que recebi recentemente. O resto do dia estive a fazer
pesquisas sobre o bombismo nos Açores e sobre plantas endémicas e nativas dos
Açores.
O sábado, dia 10, foi passado na Ribeira Nova e
na Ladeira a podar novelões, a colocar na terra estacas de sabugueiro e a fazer
alporquias numa camélia e numa laranjeira.
10 de janeiro de 2026

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