terça-feira, 3 de novembro de 2026

domingo, 1 de novembro de 2026

Virusaperiódico (207)

 


Virusaperiódico (207)

 

No último dia de outubro, logo pela manhã, tomei conhecimento de que, sempre atento às necessidades dos açorianos, o governo regional dos Açores se encontra preocupado com a falta de habitação e não anuncia, mas prevê 2000 respostas habitacionais até 2034. Promessas e mais promessas, sempre para o futuro!

 

Estive o dia quase todo na Ribeira Seca de Vila Franca do Campo, onde participei na plantação de algumas árvores de fruto, a colocar na terra tocas de meninas-para-a-escola e a fazer algumas colheitas. De manhã, foi feita a cresta, e de tarde procedeu-se à extração do mel que não foi muito abundante.

 

À noite, não houve forças para tirar apontamentos ou mesmo para uma simples leitura.

 

No domingo, dia 1 de novembro, estive a alinhavar umas sugestões para um evento que irá ocorrer durante um ano no Pico da Pedra, e soube que a polícia, a mando dos donos disto tubo, voltou a bater em manifestante pacíficos. Penso que o melhor, será substituir uma Constituição, que dizem ser muito avançada, mas que permite tudo, pela de 1933. Portugal não precisa de 3 Salazares, pois já há vários democratas que são seus seguidores.

 

No início da tarde, para descontrair, estive a ouvir música e a ler mais umas páginas do livro de Isabel Allende. Voltei a Vila Franca, onde fui dar algum conforto às abelhas, compensando-as pelo mel que lhes roubei.

 

Cortei relações com notícias, estou farto de ver  e ouvir desgraças e pressentir as garras do fascismo ainda que travestido de outras cores!

 

 

1 de novembro de 2026

sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Virusaperiódico (206)

 


Virusaperiódico (206)

 

O dia 26 foi ocupado com leituras diversas, entre as quais a do livro de Isabel Allende. Também dediquei algum tempo ao estudo de algumas plantas existentes na ilha de São Miguel e à escrita de pequenos textos sobre a Ribeira Seca de Vila Franca do Campo.

 

Comecei a dia 27 com a leitura de um texto sobre as Reservas Florestais de Recreio e a rever outro sobre uma planta do género Ficus existente em Angra do Heroísmo, até agora a única que vi nos Açores.

 

De manhã visitei o Jardim Botânico José do Canto, onde observei o crescimento do bambu-gigante. Em três semanas, um dos rebentos cresceu, em média, 1 cm por dia. Muito bonita, carregada de flores amarelas, está a cássia (Senna pendula), originária da América do Sul, que se encontra no largo onde está implantada a estátua de José do Canto.

 

A madrugada do dia 28 foi dedicada ao associativismo e ao ativismo ambiental, no âmbito da IRIS- Associação Nacional de Ambiente. Passei pela Biblioteca Pública de Ponta Delgada, onde requisitei o livro “Hospitais Militares dos Açores. Património e Memória da II Guerra Mundial”. Estive na sede do Açoriano Oriental onde prestei algumas declarações sobre o livro Anos de Chumbo nos Açores.

 

No dia 29, para além de ter escrito alguns apontamentos sobre plantas que tenho observado nos últimos dias, estive a ler algumas páginas do livro que havia requisitado. Pensava que tinha a “papinha” feita para um texto, mas detetei informações contraditórias sobre o Quartel de São João que existiu na Ribeira Seca de Vila Franca.

 

Num pequeno passeio que dei pela freguesia verifiquei a Junta de Freguesia ou a Câmara Municipal da Ribeira Grande, sofrem da doença das podas. Fazem podas, sem necessidade nenhuma. Ignorância ou vício?

 

No dia 30, fiz o transplante de algumas plantas ornamentais e preparei o material para fazer a cresta, se houver bom tempo Enviei para a Casa do Povo do Pico da Pedra um texto para ser publicado na Voz Popular de dezembro. No início da noite, a horas que normalmente estou a dormitar, participei numa reunião na Casa do Povo do Pico da Pedra.

 

Pico da Pedra, 30 de outubro de 2026

domingo, 25 de outubro de 2026

Virusaperiódico (205)

 


Virusaperiódico (205)

 

Depois de uns dias em que a quase única preocupação foi o livro Anos de Chumbo nos Açores (1974-1982), no dia 20 já consegui respirar com mais calma. O dia foi marcado por um sismo que felizmente não causou estragos.

 

"No dia 21, comecei a trabalhar num novo livro. Enquanto respirar, não posso ficar parado, o meu avô Manuel Soares costumava dizer: “barco parado não ganha frete”. À tarde, marquei presença no Clube de Leitura da ASSP, onde foi apresentado o livro Casa-Mãe, da pico-pedrense Paula Cabral. Uma excelente apresentação conduzida por Luís Bastos."

 

No dia 22, dia de aniversário registo o encontro com duas pessoas amigas e estive a divulgar o lançamento do livro Anos de Chumbo nos Açores, que ocorrerá a 6 de novembro.

 

Comecei no dia 23 a leitura do livro A Palavra Mágica- Uma vida escrita, de Isabel Allende, uma das minhas escritoras preferidas. Estive a reescrever alguns apontamentos para um livro sobre a minha freguesia, a Ribeira Seca de Vila Franca do Campo.

 

Quase todo o dia 24 foi passado na minha Ribeira Seca, a trabalhar na terra, onde estive a cortar ramos de groselheiras, a mondar à volta de algumas árvores e a podar novelões. No fim do dia voltei à leitura do livro de Isabel Allende.

 

Na madrugada do dia 25 dediquei algum tempo ao ativismo ambiental, tendo entre outros assuntos, feito a divulgação de mais uma planta melífera, o chá.

 

Durante a manhã, depois de tratar dos animais, voltei à leitura de A Palavra Mágica- Uma vida escrita e redigi mais um texto para o livro sobre a Ribeira Seca.

 

De tarde, foi dia de convívio familiar com o pretexto de assinalar o meu envelhecimento.

 

25 de outubro 2026

sábado, 17 de outubro de 2026

Virusaperiódico (204)

 


Virusaperiódico (204)

 

Todo o dia 9 foi passado a trabalhar na revisão de provas tipográficas de um novo livro. Não houve cabeça para mais nada.

 

Antes de ir trabalhar na terra em Vila Franca do Campo, no dia 10, voltei à revisão das provas tipográficas. Em Vila Franca limpei bananas e bananeiras e colhi alguma fruta.

 

No dia 11, domingo, voltei a trabalhar na revisão do livro e li que os coelhos do Parque Urbano e não só estão a morrer devido a uma doença infectocontagiosa grave. Parece que surgiu por encomenda!

 

Passei 5 horas do dia 12 na Nova Gráfica, a “trabalhar” na paginação e correção de gralhas do livro que tenho vindo a referir.

 

Dediquei as primeiras horas do dia 13 ao ativismo ambiental. De manhã, passei pelo Jardim Botânico José do Canto, onde estive em contacto com algumas árvores monumentais e fotografei algumas das poucas plantas que estão com flor. Acabei um texto sobre Jaime Brasil para ser publicado na revista “A Ideia”, caso a redação o considere de interesse.

 

No dia 14, depois de escrever um texto sobre António Sérgio e o cooperativismo, estive na Ribeira Seca de Vila Franca do Campo em contacto com as abelhas.

 

No fim do dia, voltei a ler, no Açoriano Oriental, uma notícia sobre o julgamento de Alexandre Gaudêncio. Uma tristeza, existirem políticos “novos” que têm comportamentos “velhos”. Quando termina esta “telenovela”?

 

Na madrugada do dia 15, voltei ao trabalho de revisão de um livro que penso vai dar muito que falar. Estive na Ribeira Seca de Vila Franca do Campo em contacto com as plantas e a colher alguns frutos.

 

No dia 16, continuei os trabalhos de revisão do livro e estive no quintal a fazer algumas podas. Voltei ao veterinário com o Max que foi pela primeira vez ao SPA.

 

Comecei o dia 17 com a leitura de algumas entrevistas de Zeca Afonso e depois estive na Ribeira Nova a fazer alguns trabalhos na terra.

 

O dia 18 foi quase todo de trabalho na Ribeira Nova, sendo a maior parte do tempo a combater plantas infestantes. Como nota desagradável, verifiquei que me roubaram uma grande extensão de rede ovelheira. Como se não bastassem os grandes filhos-de-puta a tramar a vida dos portugueses, os pequenos filhos-de-puta também não ficam atrás.

 

18 de outubro de 2026

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Virusaperiódico (203)

No dia 4, para além de muita leitura, estive a limpar algum material apícola e a colocar no viveiro sementes de duas araucárias (bidwillii e heterophylla) e de cafezeiro. No dia onde se comemora a implantação da República, para além de me lembrar do meu homónimo, recordei Alice Moderno que se desiludiu com os republicanos, pois prometeram muito mais do que fizeram. Segundo ela os partidos só eram bons quando estavam na oposição. Hoje, nem isso!? De tarde, estive em Vila Franca a colher bananas e os últimos jambos e feijoas. Também participei na gravação de um programa da Rádio Atlântida. Comecei o dia 6 a ler sobre a bela-sombra (Phytolacca dioica), para tentar conhecer a diferença entre as flores masculinas e as flores femininas. Li alguns textos sobre a Guerra Civil de Espanha, onde muitas barbaridades foram cometidas, sendo as vítimas muitos trabalhadores portugueses que lá viviam, alguns clandestinos. No dia 7, passei pela Biblioteca Pública de Ponta Delgada a fazer pesquisas sobre o ano de 1975 no jornal A Crença, de Vila Franca do Campo. Estive no Jardim António Borges e gostaria de destacar a sua excelente limpeza. No entanto, lamento verificar que o vandalismo continua a afetar, sobretudo, as placas de identificação das plantas. É triste ver o número crescente de placas danificadas ou em falta, placas sem a respetiva planta e muitos suportes totalmente vazios. O que estão os responsáveis pelo jardim a fazer para resolver esta situação? No dia 8, para além de ler alguns textos do jornal “A Batalha”, dediquei algum tempo ao ativismo ambiental. 8 de outubro de 2026

domingo, 4 de outubro de 2026

Virusaperiódico (202)

 


Virusaperiódico (202)

 

No dia 28, o mau tempo não me deixou trabalhar na terra para cuidar das plantas. Aproveitei para continuar a ler o livro sobre a PIDE, que mesmo depois de passar a designar-se DGS continuou a sua obra de torturar os opositores ao marcelismo. Fico triste por ver que ainda hoje são muitos a chorar pela ditadura salazarista/marcelista.

 

No dia 29, passei pelo Jardim Botânico José do Canto para observar o crescimento do bambu-gigante, tendo verificado que um dos rebentos aumentou a sua altura, em 15 dias, em 20 cm. Continuei a leitura do livro sobre a PIDE que é recordada com saudade por muitos filhos biológicos e ideológicos dos torcionários e que andam por aí disfarçados de democratas de vários matizes.

 

No dia 30, voltei à Biblioteca Pública de Ponta Delgada para consultar os últimos jornais “A Vila” que fechou as portas no dia 30 de novembro de 1974, apresentando como justificação o estado de saúde do Dr. Simas e razões financeiras, que me parecem serem “falsas”, pois na altura existiam jovens que pretendiam dar continuidade ao jornal.

 

No dia 1 de outubro, li o prefácio e o posfácio do livro “Ilhas Desconhecidas”, edição Fac-simile comemorativa do centenário da primeira edição, da responsabilidade da editora Letras Lavadas e ainda antes do Sol nascer escrevi um curto texto sobre as sementes de duas espécies de araucárias. De tarde, na companhia do D. e do J-C, estive no Parque Urbano a fotografar a bela-sombra. Observei muito menos coelhos do que na visita anterior. Cansei-me muito, será da idade?

 

No dia 2, li as primeiras páginas do livro “A las barricadas: Os portugueses na Guerra Civil de Espanha”, de Maria José Costa e levei o Max a uma consulta.

 

No dia 3, devido ao estado do tempo não foi possível trabalhar em Vila Franca. Fiquei pelo Pico da Pedra, onde ajudei a fazer limpezas no quintal. Comecei a leitura de “A Independência Açoriana e seu fundamento”, da autoria de António d’Avila Gomes.

 

3 de outubro de 2026