Pois alevá...Diário de um Professor
quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Virusaperiódico (203)
domingo, 4 de outubro de 2026
Virusaperiódico (202)
Virusaperiódico (202)
No dia 28, o mau
tempo não me deixou trabalhar na terra para cuidar das plantas. Aproveitei para
continuar a ler o livro sobre a PIDE, que mesmo depois de passar a designar-se
DGS continuou a sua obra de torturar os opositores ao marcelismo. Fico triste
por ver que ainda hoje são muitos a chorar pela ditadura
salazarista/marcelista.
No dia 29, passei
pelo Jardim Botânico José do Canto para observar o crescimento do
bambu-gigante, tendo verificado que um dos rebentos aumentou a sua altura, em
15 dias, em 20 cm. Continuei a leitura do livro sobre a PIDE que é recordada
com saudade por muitos filhos biológicos e ideológicos dos torcionários e que
andam por aí disfarçados de democratas de vários matizes.
No dia 30, voltei à
Biblioteca Pública de Ponta Delgada para consultar os últimos jornais “A Vila”
que fechou as portas no dia 30 de novembro de 1974, apresentando como
justificação o estado de saúde do Dr. Simas e razões financeiras, que me parecem
serem “falsas”, pois na altura existiam jovens que pretendiam dar continuidade
ao jornal.
No dia 1 de outubro,
li o prefácio e o posfácio do livro “Ilhas Desconhecidas”, edição Fac-simile
comemorativa do centenário da primeira edição, da responsabilidade da editora
Letras Lavadas e ainda antes do Sol nascer escrevi um curto texto sobre as
sementes de duas espécies de araucárias. De tarde, na companhia do D. e do J-C,
estive no Parque Urbano a fotografar a bela-sombra. Observei muito menos
coelhos do que na visita anterior. Cansei-me muito, será da idade?
No dia 2, li as
primeiras páginas do livro “A las barricadas: Os portugueses na Guerra Civil de
Espanha”, de Maria José Costa e levei o Max a uma consulta.
No dia 3, devido ao
estado do tempo não foi possível trabalhar em Vila Franca. Fiquei pelo Pico da
Pedra, onde ajudei a fazer limpezas no quintal. Comecei a leitura de “A
Independência Açoriana e seu fundamento”, da autoria de António d’Avila Gomes.
3 de outubro de 2026
segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Virusaperiódico (201)
Virusaperiódico (201)
O dia 21 foi
destinado a tratar de burocracias relacionadas com os canídeos que vivem cá em
casa e a algumas leituras. Aproveitei para fotografar a primeira e penso que
única fachada de uma casa, no Pico da Pedra, que esteve ornamentada com urtigas
(cóleos) durante as festas da padroeira.
No dia 22 voltei à
ilha Terceira para participar num colóquio sobre Jaime Brasil (https://www.youtube.com/watch?v=PvDvJ-PLzqg&t=3755s). Em Angra tive a oportunidade de observar
pela primeira vez uma monumental Ficus microcarpa que merece ser
classificada como árvore de interesse público.
O dia 23 foi dedicado
a preparar todo o material para um próximo livro que vai dar muito que falar.
Comecei a leitura de “Histórias da PIDE-vol. 2”, de José Pedro Castanheira.
No dia 24 entreguei
na tipografia o texto e as imagens do livro já referido e voltei às pesquisas
para confirmar a origem de algumas fotografias. No início da noite, vi, sem
pegar no sono, um fraco jogo da seleção nacional de futebol.
No dia 25 passei pelo
Jardim Botânico José do Canto quase exclusivamente para observar o crescimento
dos bambus-gigantes e estive o resto da manhã a consultar jornais na Biblioteca
Publica Regional de Ponta Delgada.
No sábado, dia 26,
estive em Vila Franca do Campo a limpar bananas e bananeiras e a arrancar e
cortar conteiras. Colhi as primeiras batatas yacon, alguns jambos e feijoas.
No domingo, dia 27,
em casa estive a fazer pesquisas nos primeiros jornais A VILA publicados depois
de 25 de Abril de 1974. Continuei a leitura do livro de José Pedro Castanheira
e voltei às pesquisas sobre as plantas e as suas utilizações nos Açores.
27 de setembro de
2026
sábado, 26 de setembro de 2026
quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Homenagem a Jaime Brasil
Por A IDEIA: Revista de Cultura Libertária em setembro 23, 2026 |
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segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Virusaperiódico (200)
Virusaperiódico (200)
No dia 11, estive a
ler alguns textos de Jaime Brasil publicados no Suplemento d’A Batalha, nos
anos 20 do século passado. Confirmei que Brasil era desalinhado da maioria dos
pensadores do seu tempo, mesmo dos que estavam na sua área ideológica.
O dia 12 de setembro
foi passado quase todo na Ribeira Nova a mondar e a arrancar infestantes.
Aproveitei a oportunidade para “inspecionar as colmeias”, tendo verificado que
até agora há muito pouco mel.
A manhã do dia 13 foi
passada no Porto Formoso a apreciar a maior exposição de urtigas (cóleos) que
conheço e que merece ser classificada como património cultural municipal. A
tarde foi para preguiçar, pois todos temos o direito, pouco reivindicado, à
preguiça.
No dia 14 estive a
preparar alguns vimes para depois usá-los em “empalhar” uma garrafa ou fazer um
pequeno cesto. Recebi a oferta de cerca de uma centena e meia de livros. Terei
tempo útil para ler algumas dezenas que me despertaram a atenção?
No dia 15 passei pelo
Jardim Botânico José do Canto para acompanhar o crescimento dos novos rebentos
do bambu-gigante e tentar localizar os jambeiros existentes. Verifiquei que há
duas plantas adultas que ou não frutificam ou produzem muito poucos frutos talvez por estarem em locais com muito pouca
luz solar.
No dia 16, estive a
ler os primeiros textos da revista “Flauta de Luz”, recentemente chegada e a
reler uma publicação sobre o Dr. José Pereira Botelho.
Na quinta-feira, 17, e
na sexta-feira, 18, andei por Vila Franca do Campo a conviver com familiares e
amigos e a fazer algumas (poucas) colheitas.
No dia 19, estive a
fazer algumas limpezas no quintal e a reler alguns textos sobre o escritor
injustamente esquecido Jaime Brasil.
Finalmente, no
domingo, 20, li alguns textos da revista “Ecossocialismo”. Como é dia de festa
no Pico da Pedra, também foi dia de convívio familiar.
20 de setembro de
2026
sábado, 19 de setembro de 2026
Jaime Brasil e o seu tempo
Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro






