Virusaperiódico (181)
Comecei o dia 18, pelas 5 h e 30 min, a trabalhar nas
últimas revisões do livro “Açores 500 Flores”.
Quando fui passear com o Max verifiquei que ainda há
flores em alguns incensos. Já o havia visto no passado sábado na Ribeira Nova.
Acabei o dia a fazer pesquisas sobre o passado da minha
terra natal, a Ribeira Seca de Vila Franca do Campo.
No dia 19 passei pelo Jardim Botânico José do Canto, onde
localizei o gengibre-da-índia, planta
que está no início da floração. De
tarde, estive a plantar tomateiros no quintal e a rascunhar um texto sobre a
Ribeira Seca de Vila Franca.
Foi
com muita satisfação que li a recensão, da autoria da historiadora Miriam Halpern Pereira, do livro “A família Miranda e os Açores, Resistência e
multiculturalismo”, editado pelas Letras Lavadas, , publicada na Revista de História das Ideias, vol 44, 2ª
série, 2026, da Universidade de Coimbra.
O dia 20 foi muito intenso. Comecei na Biblioteca Pública
de Ponta Delgada a pesquisar no jornal “O Villafranquense” e a seguir andei
pelo Jardim Antero de Quental, pelo Jardim José do Canto e pelo Parque Urbano, que
parece um santuário de coelhos e de galináceos. Fui também visitar a palmeira que
existe junto à Igreja de Nossa Senhora de Fátima, no Lajedo. Por último, passei
pela Nova Gráfica, onde fiquei conhecer o estado da impressão do livro “Açores
500 Flores”, que vai ser lançado no dia 3 de junho, no Centro Natália Correia,
na Fajã de Baixo.
Através da rádio fiquei a saber o que já desconfiava, isto
é, que há professores que andam a deseducar os alunos, pois nem uns nem outros sabem
distinguir reutilização de reciclagem.
20 de maio de 2026






