Virusaperiódico (194)
No dia 20 andei pela
Maia, tendo verificado que os moradores também enfeitam as ruas com urtigas ou
cóleos (Coleus scutellarioides).
Verifiquei que a
açafroa que semeei no quintal já começou a florir. Amanhã penso já começar a
colheita.
Hoje, recebi a oferta
de dois livros. Um sobre Daniel de Sá, intitulado “Rememorando Daniel de Sá:
escritor dos Açores e do Mundo” e o Deus dos últimos”, a autoria daquele
escritor outro da sua autoria. Chegará o dia em que serão lidos!
O dia 21 foi um dia
muito triste. Morreu o Rex, que também era conhecido por Barriga.
No dia 22 andei pelo
Jardim dos Frades na Lagoa a apreciar duas árvores que merecem ser
classificadas como de interesse público e pela Ribeira Nova, na Ribeira Seca de
Vila Franca do Campo, onde fiz algumas mondas e li alguns textos publicados na
revista “Seara Nova” à sombra de uma critpoméria.
Comecei o dia 23 a
escrever sobre a araucária do Jardim dos Frades e voltei à Lagoa para tirar
algumas medidas da araucária referida. Voltei à Ribeira Seca de Vila Franca
para visitar o bananal, tendo antes passado pela Vinha da Areia. O mar estava
calmíssimo.
No dia 24, depois de
uma curta caminhada na Lagoa, andei por casa a divagar. Li que a população de
milhafres está a diminuir. Consequência do desenvolvimento sustentável açoriano?
Telefonicamente
recebi uma proposta, que para concretizar me vai dar muito trabalho. Não
aceitei de imediato. Adiei a resposta até ao dia 12 de agosto.
No sábado, dia 25, ao
contrário do habitual, não trabalhei na terra. Descansei e li o livro, de
Felícia Cabrita, intitulado “A comunista e o PIDE”, sobre a vida de Carolina
Loff, que se apaixonou por um PIDE. Ela traiu o PCP e ele, Júlio Almeida,
abandonou a polícia política.
Recebi várias
fotografias de uma planta herbácea de nome comum margarida-de-são-miguel (Symphyotrichum
novi-belgii), oriunda da América do Norte, que neste momento está em flor.
Mais uma espécie que nunca tinha visto.
Comecei o dia 26 a
ler os títulos dos jornais e num deles é referido que a alga invasora poderá
ter vários usos. Felizmente não referiram que poderia se uma fonte de riqueza
para os Açores tal como no passado foi afirmado para o lagostim de água doce
que apareceu na Lagoa do Peixe, em São Miguel.
De manhã, depois de
divulgar mais uma planta melífera, desta vez a couve, estive a fazer pesquisas
sobre o escritor Jaime Brasil.
De tarde, fiz algumas
mondas no quintal e li algumas páginas de um livro de Edgar Rodrigues.
26 de julho de 2026






