Virusaperiódico (191)
Comecei o dia 5 de julho a tratar das
plantas do viveiro e do quintal que estavam a precisar de água. Divulguei nas
redes sociais mais uma planta melífera, desta vez a tipuana que neste momento
está no período de floração.
De tarde, acabei a leitura do livro,
de Luiz Pacheco, intitulado “Textos Avulsos, Inéditos e Dispersos”. Do livro
transcrevo o provérbio chinês:
“Atrás dos dentes, foi-se-me o siso.
Depois do siso, foi-se-me a vergonha.
Estou pronto para a sepultura.”
Estou a caminho, tendo já percorrido a
maior parte.
O dia 6 de julho foi dedicado às
árvores, tendo começado com uma reunião num departamento governamental e
terminado com uma visita ao Jardim António Borges.
De tarde, estive a fazer escavações
em jornais com o objetivo de desenterrar alguns factos ocorridos nos anos de
1974 e 1976. No final do dia, recebi a oferta do magnífico livro: “As aves do
Cabo da Praia-Um tesouro a descobrir, um património a preservar”. Editado pelas
“Letras Lavadas”, são autores Carlos Pereira e Cecília Melo.
No dia 7 continuaram a ser as árvore
o principal alvo da minha atenção, tendo estado a fotografar algumas no Jardim
António Borges e no Parque Urbano. Destaco um agradável almoço com atingas
colegas da Escola Secundária das Laranjeiras.
O dia 8 foi quase todo dedicado a
pesquisas sobre o cedro-do-mato. Visitei um quintal, onde observei uma pereira
com boa fruta e com bonitas ornamentais. Li mais umas páginas do livro, de
Carlos Enes, “Temas de História Açoriana, volume II”.
No dia 9, de manhã voltei a ler o
livro de Carlos Enes e de tarde, na companhia de JC e DS, andei por Vila Franca
do Campo a apreciar e a medir algumas árvores notáveis existentes no Jardim
Antero de Quental e no Jardim António da Silva Cabral.
9 de julho de 2026






