quarta-feira, 24 de junho de 2026

Virusaperiódico (188)

 


Virusaperiódico (188)

 

No dia 19, de manhã e início da tarde  estive na Maia a conversar e a recordar o passado e fotografei um bonito exemplar de um dragoeiro. De tarde, estive a trabalhar sobre o passado, que merece ficar registado.

 

O trabalho na Courela, na Ribeira Seca de Vila Franca do Campo, preencheu o dia 20. Limpei bananas e bananeiras e transplantei algumas.

 

À enorme alegria de ver as plantas crescerem e frutificarem está a associada a profunda tristeza de detetar que fui roubado. Um pequeno filho-de-puta, levou-me uma mandarineira que havia plantado o ano passado.

 

No fim do dia, com o corpo a pedir descanso, apenas li dois contos do 1º volume do livro “Guardadores de Memórias”, de Roberto Pereira Rodrigues.

 

No dia do solstício de Verão comecei a trabalhar muito cedo no computador, tendo começado a escrever um texto sobre o Jardim José do Canto e depois a contatar várias pessoas que estão a colaborar num projeto editorial que não vai permitir que a história seja contada e mal por alguns que são especialistas em deturpar factos, a omitir alguns e a inventar outros.

 

Com dificuldades de locomoção, desisti de trabalhar no quintal, tendo apenas lido algumas páginas do livro de Roberto Rodrigues já mencionado.

 

No dia 22 estive em Vila Franca do Campo em casa de um amigo a recordar o passado e em casa, impedido de ir ao quintal, apenas fiz algumas leituras.

 

No dia 23, a pedido da perna esquerda, apenas estive alguns minutos no Jardim Botânico José do Canto. O resto do dia foi passado a escrever alguns textos no computador e vi, sem pegar no sono, um desafio de futebol. Um dos jogadores passou de besta a bestial.

 

23 de junho de 2026

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Virusaperiódico (187)

 


Virusaperiódico (187)

 

O dia 15 foi para descansar a cabeça, depois de uns meses de muito trabalho “intelectual”.

 

No quintal, arranquei algumas ervas ditas daninhas que passaram a estar a fazer a cobertura do solo e em casa estive cerca de duas horas e meia a tirar favas das vagens e a cortar feijão verde que me haviam sido oferecidas no dia anterior. Se as pessoas imaginassem o trabalho que dá a quem trabalha a terra produzir favas ou feijões antes de chegarem ao prato, valorizavam mais a agricultura e os agricultores!

 

No dia 16 de manhã estive no Jardim José do Canto, onde optei por permanecer algum tempo num recanto. Lá observei pela primeira vez a fava-da-cova e a avenca. Além disso, registei a presença de um exemplar muito interessante de uma árvore-do-fogo e de uma monumental tipuana.

 

Apesar de alguma chuva, no dia 17, foi possível de manhã e no princípio da tarde, na companhia de D., tentar uma visita à Mata do Dr. Fraga. Escrevi tentar, pois apesar das promessas batemos com o nariz no portão.

 

Na Fábrica de Chá Gorreana, estivemos a apreciar algumas árvores, como um metrosídero (robusta) e três gincos, dois deles monumentais.

 

Depois estivemos no Porto Formoso onde observamos uma paulonia, árvore introduzida na Europa, em 1834, a partir do Japão. A seguir estivemos na Ribeira Grande, onde no Mercado, observamos e tiramos algumas medidas a três araucárias monumentais. No Parque Infantil- Jardim Paraíso, fizemos o mesmo à araucária lá existente.

 

Depois de alguns trabalhos domésticos, estive a organizar ficheiros e a ler mais algumas páginas do livro “O Povo é quem Mais Ordena. Revolução dos Cravos 1974-1976”, de Victor Pereira, e do livro “Terras do Espírito Santo”, de Teresa Tomé.

 

17 de junho de 2026

domingo, 14 de junho de 2026

Virusaperiódico (186)

 


Virusaperiódico (186)

 

O dia 10 de junho foi preenchido com trabalho no quintal, sobretudo a mondar a açafroa e o milho de vassoura e a derreter cera de abelha. Ao fim da tarde comecei a leitura do livro “Terras do Espírito Santo”, de Teresa Tomé.

 

Comecei o dia 11, a redigir um texto sobre as três espécies do género Rhododendron existentes no Jardim Botânico José do Canto que pelas árvores de porte monumental merece uma visita.

 

Depois de mais uma sessão de trabalho a derreter cera de abelha e de alguns trabalhos domésticos voltei à leitura do manifesto “Por uma Revolução Ecossocialista”.

 

No dia 12 estive em Vila Franca do Campo, onde assisti à homenagem a alguns vila-franquenses por parte da Câmara Municipal. Entre os homenageados destaco Odete Braga, Simplício Gago da Câmara e Elias Sardinha. Apreciei a comunicação que foi feita pelo orador convidado, Carlos Vieira. Por último, também assisti a uma singela homenagem ao padre António José Pimentel Cassiano.

 

Ao chegar a casa, depois de alguns anos, voltei a ouvir o “piar” de um mocho juvenil.

 

Comecei o dia 13 a preparar uma imagem para uma campanha em curso em defesa das abelhas. Em Vila Franca do Campo, colhi as últimas laranjas e muito poucas bananas. Também limpei algumas bananas e bananeiras.

 

No domingo, dia 14, dediquei algum tempo ao ativismo ambiental e a um livro que espero que veja a luz do dia ainda este ano.

 

Participei, como orador, na sessão solene de abertura das comemorações dos 25 anos da freguesia da Ribeira Seca do concelho de Vila Franca do Campo, a localidade onde nasci e onde fiz a instrução primária e onde hoje passo alguns dias da minha vida em contacto com a natureza.

15 de junho de 2026

sábado, 13 de junho de 2026

Quem foi Simplício Gago da Câmara?


 Fotografia: Instituto Cultural de Ponta Delgada


Quem foi Simplício Gago da Câmara?

 

Simplício Gago da Câmara, filho de Gil Gago da Câmara e de sua esposa Branca Guilhermina do Canto Medeiros, nasceu a 19 de maio de 1808 e foi batizado no dia 29 do mesmo mês, na igreja de São Pedro, em Ponta Delgada. Faleceu a 7 de agosto de 1888. Foi Comendador da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa.

 

Simplício Gago da Câmara foi um notável filantropo, funcionando a sua casa, em Vila Franca do Campo, como uma verdadeira Misericórdia. Com efeito, “o seu coração é grande, como larga é a sua mão: dá de comer aos que têm fome, consola os aflitos, anima os tímidos e fornece gratuitamente aos enfermos clínicos e medicamentos” (Simplício Gago da Câmara…, 1888).

 

Com o objetivo de promover o desenvolvimento da sua terra, Simplício Gago da Câmara, grande proprietário rural da ilha de São Miguel, criou ao longo da sua vida cinco navios e três grandes fábricas. Nas suas casas e propriedades empregou um elevado número de trabalhadores, garantindo‑lhes o sustento.

 

Grande amante e estudioso da natureza, realizou longas viagens pela Europa, América e Austrália, tendo recolhido vasta informação e elaborado um estudo sobre o cachalote.

 

O seu espírito aventureiro levou‑o à Austrália, onde procurou explorar jazigos de ouro, com o intuito de obter meios financeiros para estabelecer novas indústrias e desenvolver a sua terra. Embora a exploração aurífera não tenha sido bem‑sucedida, a estadia naquele continente permitiu‑lhe selecionar diversas espécies da flora australiana que mais tarde introduziu em São Miguel, nomeadamente eucaliptos, acácias e araucárias.

 

A par de José do Canto e de Ernesto do Canto, Simplício Gago da Câmara foi um dos grandes impulsionadores da reflorestação da ilha de São Miguel, através da oferta de centenas ou mesmo milhares de plantas provenientes dos seus viveiros, localizados no prédio do Convento, em Vila Franca do Campo. Mandou igualmente plantar, nas suas matas de São Brás e da Fajã do Calhau, para além das espécies já referidas, pinheiros, giestas e criptomérias.

 

Outra iniciativa que encetou, embora sem sucesso duradouro, foi a da pesca do bacalhau. Tentando introduzir esta atividade nos Açores, decidiu construir um navio no Porto Formoso, utilizando madeiras das suas próprias matas. Partiu para a Terra Nova, onde a pesca foi proveitosa, mas acabou por perder grande parte do bacalhau capturado durante o transporte para Vila Franca do Campo, onde pretendia proceder à sua secagem. Tratou‑se de uma experiência falhada, mas potencialmente exemplar para os armadores das ilhas.

 

O contributo de Simplício Gago da Câmara para a modernização da agricultura micaelense foi de grande relevância, quer a título individual, quer através da Sociedade Promotora da Agricultura Micaelense, na qual exerceu funções de secretário da Comissão Vinícola.

 

Agricultor, produtor de vinho e exportador de laranja, foi o responsável pela introdução em São Miguel da chamada “laranja sevilha”, a partir de sementes obtidas em Londres.

 

Na Gorreana, no concelho da Ribeira Grande, para além da plantação de matas, cultivou chá em conjunto com a sua filha, Ermelinda Pacheco Gago da Câmara (1832-1913), dando início à respetiva industrialização.

 

Enquanto produtor de vinho, explorou sobretudo as vinhas do prédio do Convento, na freguesia de São Pedro. Posteriormente, após adquirir o ilhéu de Vila Franca do Campo, introduziu aí plantações de vinha que subsistiram até meados do século XX.

 

Para além do cultivo do linho, em parte proveniente de sementes oriundas de Riga, cultivou igualmente trigo, tendo introduzido pequenas máquinas portáteis de debulhar, acionadas por dois homens. No domínio da mecanização agrícola, é‑lhe ainda atribuída a introdução de uma máquina a vapor multifuncional existente em São Miguel, utilizada tanto para moer trigo ou milho como para serrar madeira.

 

A criação de gado bovino constituiu igualmente uma das suas atividades, cultivando beterraba para alimentação de suínos, bois de engorda e vacas leiteiras.

 

Entre 1 de julho de 1863 e 1 de julho de 1868, exerceu o cargo de Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Vila Franca do Campo, período durante o qual saneou a administração daquela instituição, eliminando vícios e abusos que a afetavam. Durante o seu mandato, foram equilibradas as contas da Santa Casa, construída a enfermaria feminina e admitidos dois médicos. Após um período de afastamento motivado por calúnias, voltou a ser eleito provedor, procedendo à atualização dos estatutos, concluindo a enfermaria das mulheres e admitindo um farmacêutico.

 

Demonstrou ainda profunda preocupação com a instrução pública, tendo sido o maior apoio financeiro da Associação das Escolas Móveis, cuja missão era ministrar o ensino das primeiras letras às crianças, segundo o método de João de Deus. Para Vila Franca do Campo, requisitou a 32.ª missão, prestando um valioso auxílio ao professor da associação, José Gonçalves Martins.

 

Principal bibliografia consultada

 

- (1888). Simplício Gago da Câmara-biografia. Lisboa, Imprensa Minerva. 15 pp.

 

Braga, T. (2020). Vidas Exemplares. Ponta Delgada, Letra Lavadas. 327 pp.

 

terça-feira, 9 de junho de 2026

Virusaperiódico (185)

 


Virusaperiódico (185)

 

Logo pela manhã do dia 7, recebi a informação de que um destacado membro da Assembleia Municipal da Ribeira Grande plantou uma espécie invasora na sua propriedade no Porto Formoso, o chorão-trepadeira (Carpobrotus edulis) (ver https://azoresbioportal.uac.pt/pt/especies-dos-acores/carpobrotus-edulis-6374/). Eu que já participei numa ação de arranque daquela espécie, fiquei indignado, pois o que deve ser feito é a sua erradicação e não a sua propagação. Desconhecimento?

 

Ainda de manhã, estive a mondar as plantas que estão no viveiro e dei-lhes alguma água.

 

A tarde foi dedicada à leitura de mais algumas páginas do livro “O Povo é quem Mais Ordena. Revolução dos Cravos 1974-1976”, de Victor Pereira e do manifesto “Por uma Revolução Ecossocialista”, editado pelo Coletivo “Toupeira Vermelha”.

 

No dia 8, estive na Ribeira Nova e na Courela a colher alguma fruta e passei pela tipografia “A Crença” para comprar o livro de Carlos Vieira sobre as festas do Espírito Santo da Mãe de Deus.

 

No dia 9, depois de uma visita ao Jardim José do Canto, passei pela Biblioteca Pública de Ponta Delgada, onde assinei um auto de receção de documentação que lá depositei e pela Livraria Letras Lavadas, para assinar um livro, a pedido de uma compradora. Passei também pela Nova Gráfica, onde fui presenteado com dois livros: um de história e outro sobre literatura. Espero ter tempo para ler todos os livros que estão a aguardar uma leitura.

 

No fim da tarde, dediquei algum tempo à escrita de um pequeno texto sobre plantas.

 

9 de junho de 2026

segunda-feira, 8 de junho de 2026

A Ponte da Ribeira Seca de Cima

 



A Ponte da Ribeira Seca de Cima

 

No dia 7 de novembro de 1862, o semanário “O Villa-Franquense”, publicou um texto onde chama a atenção para a utilidade de se construir uma ponte na “Ribeira Seca de Cima”. O autor do texto alude à possibilidade de a Câmara Municipal de Vila Franca do Campo obter o donativo de “rs. 350$000” dos habitantes da Ribeira Seca e de outros vila-franquenses.

 

No dia 28 de novembro de 1862, o referido jornal apresenta uma lista dos primeiros benfeitores que foram: Nuno Gusmão, Álvaro Pereira Bittencourt Lopes, João Borges Botelho de Gusmão, Arcenio Botelho de Gusmão, José Gomes Machado, D. Antónia Maria de Mello, Miguel da Costa Rapozo, Francisco da Costa Brum, Manoel Jacintho de Andrade, Nicolão Teixeira Brazil, João da Motta, José Ignacio, Bernardo José Ferreira, Manoel Tavares Soares, José Furtado de Medeiros Salema, José Jacintho da Costa, Antonio Soares de Oliveira, João Correia Calouro, Manoel Borges Assafrôa, Antonio Jacintho da Camara, Luiz. José Rapozo, Antonio José Rapozo, Francisco da Costa Fofo, José Pereira da Luz, Miguel de Medeiros, José Furtado, José de Amaral, Manoel de Araujo, Manoel Genipero, José de Medeiros, Manoel Luiz Barbeiro, João Furtado Augueiro, Joaquim Soares, Antonio Jacintho Tinxão, Nicolão Padre Cura e João Manoél Estrella.

 

A 5 de dezembro de 1862, o jornal mencionado continua a publicar uma lista de donativos, apresentando pela primeira vez os nomes de alguns habitantes da Ribeira Seca. Aqui vai a listagem: Fulgencio José do Couto, José da Camara, Antonio de Andrade, Francisco de Mattos Amarello, Manoel Valerio e Padre Miguel Furtado do Couto. Da Ribeira  Seca constam os seguintes nomes: Manoel de Andrade, José de Andrade, José de Pimentel, Antonio do Couto, Francisco de Andrade, Manoel Furtado Vinhateiro, Miguel Furtado Formiga, João do Couto, José Gomes, Francisco da Costa Piadura, Manoel de Amaral, Feliciano Rapozo, João Francisco Verdadeiro, Miguel Furtado Salema, João Faial, João Carreiro Violanta, João da Costa Estevão, Francisco da Costa Estevão, Manoel Carvalho, Francisco Ignacio, Manoel de Mattos, Duarte Ferreira, Antonio Furtado Vinhateiro, Manoel da Costa, João Furtado Lima, Manoel Cabral Capote, José Furtado Salema, Manoel Furtado Lima, Manoel de Souza, Manoel Furtado Salema Junior, Antonio Furtado Salema, Manoel de Medeiros Quarquez, Antonio de Souza, Francisco Escaler, Manoel Carreiro, João de Medeiros, Francisco Carreiro, Manoel Furtado Salema, João Escaler, Francisco Carreiro Braga e João Ignacio.

 

A 12 de dezembro do mesmo ano, “O Villa-Franquense” publica a última lista de donativos, agora com habitantes na Ribeira Seca e da Ribeira das Tainhas.  Da Ribeira Seca: Agostinho José, Manoel João Carreiro, Bento d’Andrade, João de Medeiros Bolota, Luiz Carreiro, João Carreiro Filho, Manoel Gomes Pimentel, Manoel de Souza Salgado, Antonio Vicente Rendeiro, José Caetano, José Carreiro, José Botelho, Miguel Botelho, Manoel Ferreira, Francisco Bento, Francisco de Souza Salgado, Manoel Furtado Garoupa, Jacintho Martins, Manoel Martins, Manoel Gomes, Manoel João Furtado, Francisco Botelho, Antonio de Lima Carvalho, Francisco Branco, José Branco, João Branco Filho, José da Costa, Antonio Carreiro Braga, Antonio Ferreira, Manoel Pacheco, Francisco Pacheco, Manoel Liborio, Manoel José de Souza, Manoel Pacheco, Manoel Furtado Feitor, José Ferreira, Antonio Galego, Antonio Sargo, Antonio d’Oliveira, Francisco de Souza Leite e Francisco Ferreira. Da Ribeira das Tainhas, contribuíram: Francisco da Carreira Piquete, Jacintho José Rapozo, Arcenio Moniz Furtado, Manoel Moniz Furtado, Manoel Furtado Lourença, Antonio Furtado Bragoim, Manoel Matheos, Antonio Furtado Duque, Antonio Furtado Lourença, Francisco Pacheco, José Furtado Fontes, Francisco Moniz Furtado, Exm.º Barão das Laranjeiras, Antonio Jacintho Jorge e Luiz Freitas da Silva Junior.

 

Atingidos os “rs. 350$000”, valor que não sabemos se foi suficiente para a construção da ponte, esta terá sido inaugurada em 1873, como indica uma inscrição existente na mesma gravada em pedra.

 

25 de maio de 2026

 

Teófilo Braga

sábado, 6 de junho de 2026

Virusaperiódico (184)

 


Virusaperiódico (184)

 

No primeiro dia de junho, continuei a divulgar o lançamento do livro “Açores 500 Flores”, estive a rever um texto sobre memórias do longo Verão Quente nos Açores e rascunhei um artigo para o jornal da Casa do Povo do Pico da Pedra.

 

O Rex regressou a casa, mas vai ficar sujeito a medicação enquanto vida tiver.

 

Comecei o dia 2 a organizar ficheiros de fotografias sobre plantas melíferas, tendo neste momento o registo de 74. É uma pena não haver uma publicação sobre o assunto nos Açores com o período de floração. Seria um instrumento de trabalho muito útil para os apicultores. Visitei um espaço ajardinado, onde encontrei algumas árvores mal classificadas. Há “especialistas” muito criativos.

 

No dia 3, destaco o lançamento do livro “Açores 500 Flores” de que sou coautor com Raimundo Quintal. Registo a oferta que recebi do Editor das Letras Lavadas, um exemplar especial do livro.

 

No dia 4,visitei o Pinhal da Paz, almocei a ver aviões a aterrar e a levantar e acabei o dia a visitar a Mata do Pópulo. Um dia muito preenchido!

 

No dia 5, Dia Mundial do Ambiente, a principal atividade foi uma visita à Quinta do Agricultor na Relva. Um espaço que merece ser mais conhecido por parte de residentes e visitantes. No fim do dia ainda houve tempo para a leitura das primeiras páginas do livro “O Povo é quem Mais Ordena. Revolução dos Cravos 1974-1976”, de Victor Pereira, editado pela Fora de Jogo.

 

No dia 6, visitei a Mata do Dr. Fraga, na Maia, as “Terras do Chá”, na Lombinha da Maia, e a Fábrica de Chá, no Porto Formoso.

 

6 de junho de 2026