quinta-feira, 16 de abril de 2026

Virusaperiódico (173)

 


Virusaperiódico (173)

 

No domingo, dia 12, para além das tarefas domésticas, dediquei algum tempo ao ativismo ambiental, através da redação de um texto a denunciar a presença de um esgoto a céu aberto que está a conspurcar as águas da Praia da Leopoldina. Dediquei-me também ao ativismo animalista, divulgando um apelo à não transmissão de touradas — que considero uma forma de tortura — nos vários canais de televisão.

 

Ao verificar que a terra estava muito seca, estive a regar as plantas, talvez mais cedo do que em anos anteriores. Sinais dos tempos?

 

No dia 13, para além de continuar o meu envolvimento no ativismo ambiental, conversei com algumas pessoas que foram alvo de perseguições nos Açores durante o chamado Verão Quente.

 

No final do dia, depois de tentar, sem sucesso, resolver alguns problemas com máquinas que decidiram deixar de funcionar todas ao mesmo tempo, terminei a leitura do livro “In Memoriam de Agostinho da Silva”, um filósofo que me inspira num trabalho que estou a desenvolver e que será tornado público em junho.

 

No dia 14, de manhã, passei pelo Jardim Botânico José do Canto, mas tive de interromper a visita devido à chuva. A tarde foi aproveitada para descansar e para ler as primeiras páginas de um livro sobre António Sérgio.

 

Depois de, no dia 15, ter passado quase doze horas em visitas a hospitais, no dia 16 a vida começou lentamente a regressar à normalidade. Iniciei a leitura do livro de Raquel Varela, “Do 25 de Novembro aos nossos dias: história da contrarrevolução”.

 

16 de abril

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