Virusaperiódico (173)
No domingo, dia 12,
para além das tarefas domésticas, dediquei algum tempo ao ativismo ambiental,
através da redação de um texto a denunciar a presença de um esgoto a céu aberto
que está a conspurcar as águas da Praia da Leopoldina. Dediquei-me também ao
ativismo animalista, divulgando um apelo à não transmissão de touradas — que
considero uma forma de tortura — nos vários canais de televisão.
Ao verificar que a terra estava muito seca, estive a regar as
plantas, talvez mais cedo do que em anos anteriores. Sinais dos tempos?
No dia 13, para além de continuar o meu envolvimento no ativismo
ambiental, conversei com algumas pessoas que foram alvo de perseguições nos
Açores durante o chamado Verão Quente.
No final do dia, depois de tentar, sem sucesso, resolver alguns
problemas com máquinas que decidiram deixar de funcionar todas ao mesmo tempo,
terminei a leitura do livro “In Memoriam de
Agostinho da Silva”, um filósofo que me inspira num trabalho que estou a
desenvolver e que será tornado público em junho.
No dia 14, de manhã, passei pelo Jardim Botânico José do Canto,
mas tive de interromper a visita devido à chuva. A tarde foi aproveitada para
descansar e para ler as primeiras páginas de um livro sobre António Sérgio.
Depois de, no dia 15, ter passado quase doze horas em visitas a
hospitais, no dia 16 a vida começou lentamente a regressar à normalidade.
Iniciei a leitura do livro de Raquel Varela, “Do
25 de Novembro aos nossos dias: história da contrarrevolução”.
16 de abril

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