sábado, 4 de julho de 2026

Virusaperiódico (190)

 



Virusaperiódico (190)

 

No dia 29 estive a cortar feitos, fetos-comuns ou feiteira (Pteridium aquilinum) no quintal que estavam a perturbar a açafroa e a pesquisar sobre plantas.

 

No dia 30, depois de passar pela Escola Secundária das Laranjeiras, onde encontrei alguns colegas, uma antiga aluna da Escola Roberto Ivens e um primo que não conhecia, neto do meu tio-avô António Braga. De tarde, acompanhei uma atividade de uma ação de formação realizada no Parque Urbano. Aproveitei para tirar fotografias de algumas plantas que estavam floridas.

 

A melhor notícia foi o regresso de minha tia Zélia a casa, depois de alguns dias internada no hospital de Ponta Delgada.

 

No dia 1 de julho, de manhã, visitei a Mata do Dr. Fraga, na estrada Regional das Furnas, na freguesia da Maia. De tarde, andei por casa a descansar e a ler textos  de Luiz Pacheco.

 

Comecei o dia 2 de julho a pesquisar sobre plantas e no início da tarde estive com o J-CM e o JPM, no Pinhal da Paz, a tirar medidas de algumas árvores. No fim do dia li mais algumas páginas do livro “Terras do Espírito Santo”.

 

No dia 3 de julho fiz uma pausa para respirar e fui ver os aviões….

 

Comecei o dia 4 de julho com a leitura de mais umas páginas do livro de Teresa Tomé já referido anteriormente e estive em Vila Franca do Campo a trabalhar na terra. Primeiro na Ribeira Nova onde arranquei ervas que estavam a cobrir uma sebe e plantei curcuma, depois na Courela limpei algumas bananas e bananeiras que só agora estão a dar o ar da sua graça, mas a precisar de alguma água.

 

Fotografei algumas plantas e como a freguesia da Ribeira Seca está em festa, fui observar o quarto do Espírito Santo das Crianças que está muito bonito. Já agora informo que gosto das boas tradições e não aprecio outras como o desperdício de dinheiro em roqueiras ou o desfile dos “gueixos”.

 

Recebi a oferta de algumas fotocópias do jornal Diário de Anúncios, do dia 10 de maio de 1894, então dirigido por Nuno Cordeiro. Recordo que Alice Moderno esteve ligada àquele jornal entre 1891 e 1893 e que a propósito do diretor que a substituiu escreveu o seguinte: …esse bombeiro que talvez perceba mais de incêndios do que de gramática”.

 

4 de julho de 2026

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