Virusaperiódico (193)
No dia 13, de
manhã, terminei a leitura do livro “Temas de História Açoriana, volume
II”, de Carlos Enes. Pelos temas tratados gostei mais do 1º volume, que
também recomendo, e retomei a leitura do livro “Terras do Espírito Santo”, de
Teresa Tomé.
Para além de ter
feito uma pesquisa sobre uma planta que está presente no Jardim José do Canto e
que já existia no tempo do seu criador, estive a derreter cera das abelhas e passeei
com os dois cães, o Rex e o Max.
No dia 14, de manhã
estive no Jardim José do Canto e de tarde voltei a pesquisar sobre árvores.
No dia 15, com o D.,
estive no Porto Formoso e nas Furnas a fotografar e a tirar medidas de árvores
que merecem ser classificadas como de interesse público. Recebi a oferta de uma
interessante publicação sobre as urtigas de Nossa Senhora da Graça, padroeira
do Porto Formoso.
Comecei o dia 16 a fazer pesquisas sobre as
urtigas (Coleus soutellarioides) de que tenho algumas variedades no
quintal e no viveiro. Depois estive a fazer alterações num texto que não há
maneira de ficar em condições de estar em condições de ser tornado público.
De tarde, estive
algum tempo no quintal a arrancar algumas ervas ditas daninhas e dediquei algum
tempo ao ativismo ambiental. Li vários disparates em jornais regionais que
mostram que o jornalismo anda pelas ruas da amargura e que alguns textos para
além de serem mera propaganda governamental são boas peças de deseducação
ambiental. Ler jornais por vezes é saber menos!
Impedido de trabalhar
no quintal, devido à chuva miudinha, descansei e li algumas páginas do livro,
de Stefano Mancuso, “A Cidade Viva”.
No dia 17, esperei
sentado pela saída dos resultados dos exames nacionais. Nunca assisti a uma
trapalhada tão grande.
O dia 18 foi passado
na Ribeira Nova a trabalhar na terra. Cansei o corpo e descansei a alma.
Comecei o dia 19 a
divulgar nas redes sociais mais uma planta que para além de ser ornamental e medicinal
é melífera, a bonina (Calendula officinalis).
O que mais me
espantou neste domingo foi o facto de algumas escolas estarem abertas, por
causa do reformismo do ministro e do desgoverno de Portugal. Espero que não
tenha afetado a afluência às missas.
Durante a tarde, voltei
à leitura do livro “A Cidade Viva”.
Maravilhoso!
19 de julho de 2026





