Virusaperiódico (89)
Sem forças, no dia 24 apenas mondei algumas ervas no
quintal e passei os olhos pela primeira prova tipográfica do meu novo livro que
se chamará “Plantas Maravilhosas”. Melhores dias virão, espero.
No dia 25, ainda não totalmente recuperado, de manhã
descansei e de tarde estive em Vila Franca, onde fui ver se havia bananas, mas
não fui bem-sucedido. Este vai ser um ano de escassez. Só “mócnas” e para as
aves.
No dia 26 de março, assisti a uma sessão
promovida pelo Clube de leitura da ASSP. Desta vez sobre o livro “Viajantes Nos
Açores – O olhar estrangeiro sobre as ilhas desde o século XVI”, de Maria das
Mercês Pacheco, da editora Artes e Letras.
Comecei o dia 27 a rever, muito devagarinho, as
provas do livro “Plantas Maravilhosas”. No resto do dia fiz alguns trabalhos
domésticos e descansei. As leituras aguardam melhores dias.
No dia 28, voltei a rever as provas
tipográficas do livro e estive no quintal a tirar algumas ervas.
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Com muita pena por não ter ido participar na
ação de voluntariado no Pinhal da Paz, fiquei por casa, tendo transplantado o
cebolinho-verde e lido meia dúzia de páginas do livro “A contra-revolução no 25
de Abril- Os “Relatórios António Graça” sobre o ELP e AGINTER PRESSE”, de Maria
José Tíscar. Será que irei encontrar algo sobre os Açores?
O dia 30 de muito descanso e de visita a uma ‘Fazenda de Café’, na Ribeira
Grande. Fiquei com pena de não ir á plantação de morangos, mas a chuva e as
maleitas não deixaram. Parabéns aos “Amigos dos Açores”, pela iniciativa.
30 de março de 2025
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