quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Virusaperiódico (160)

 


Virusaperiódico (160)

 

No dia 31 de janeiro, devido às más condições do tempo, o trabalho foi quase todo feito à abrigada, tendo terminado de derreter a cera das abelhas e feito limpeza em material apícola.

 

No Pico da Pedra, coloquei no Quintal um mirtilo (Vaccinium myrtillus) e uma planta e algumas estacas de tamarilho, tomateiro-arbóreo ou mamona (Solanum betaceum).

 

No pouco tempo em que foi possível estar em Vila Franca do Campo, estive a colocar suportes em algumas plantas que estavam tombadas pelo vento e canas para sinalizar as estacas de tamarilhos colocadas na terra na semana passada. Coloquei muito próximo das colmeias uma armadilha para a vespa asiática. Verifiquei que quatro acácias de grande porte haviam sido arrancadas pelo vento.

 

Ocupei o dia 1 de fevereiro, dedicando algum tempo ao ativismo ambiental e cívico. O resto do tempo foi passado em leituras diversas, nomeadamente de textos da revista Flauta de Luz.

 

No dia 2, estive a trabalhar em dois livros que, se tudo correr bem, serão editados este ano, um deles, em princípio, ainda na primavera. Não houve tempo para leituras.

 

O dia 3 de fevereiro foi dedicado às plantas, do Jardim, Botânico José do Canto, onde observei pela primeira vez o lírio-pincel (Scadoxus puniceus), planta tropical que para o seu cultivo requer muitos cuidados. Também foi dia de envasar espadas-de-são-jorge.

 

Nos dias 4 e 5 estive a trabalhar sobre plantas e jardins, mas também dediquei algum tempo à memória dos tempos conturbados, que se seguiram ao 6 de junho de 1975.

 

A morte de Serafim Riem, é um duro golpe no movimento de defesa do ambiente no nosso país. Contatei com ele pela primeira vez em 1985 e foi através dele que aderi à IRIS-Associação Nacional de Ambiente. A nossa homenagem consistirá, enquanto forças houver, em continuar a luta por um Mundo melhor.

 

5 de fevereiro de 2026

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