Virusaperiódico (167)
No dia 10 de março,
depois de uma curta visita ao Jardim Botânico José do Canto, estive na
Biblioteca Pública de Ponta Delgada a fazer pesquisas em jornais sobre o ano de
1975.
Em casa, após contactar uma pessoa que foi expulsa dos Açores em
1975, continuei a leitura de pequenos textos sobre Agostinho da Silva.
Soube também da morte, aos 83 anos, na ilha da Madeira, do
engenheiro Melim
Mendes, licenciado em Engenharia de Minas e doutorado em
Energia Nuclear. Destacou-se pela contribuição para o desenvolvimento e
modernização do setor energético da sua Região, nomeadamente através da
introdução das energias renováveis.
No dia 11, voltei à Biblioteca Pública de
Ponta Delgada para continuar as pesquisas em jornais sobre o ano de 1975 e
sobre Simplício
Gago da Câmara. De tarde, estive a trabalhar sobre plantas.
O dia 12 foi pouco produtivo: mais de
metade das tarefas que constavam de uma lista ficaram por fazer. Li, no
entanto, um magnífico texto do jornalista e escritor Fernando Dacosta
sobre Agostinho
da Silva. Retive uma frase deste último: “...o poder não passa
de uma vaca. Devemos dar-lhe palmadas no rabo e tentar tirar-lhe o leite; é
para isso que ele serve.” Ahahaha!
No dia 13, andei pela Ribeira Seca de
Vila Franca, onde fui visitar as abelhas, que estão a
deliciar-se com a grande quantidade de flores disponíveis, sobretudo as de
incenso. Também estive a fazer algumas medições em árvores do Jardim Dr.
António da Silva Cabral, na freguesia de São Pedro.
No dia 14, não saí do Pico da Pedra.
Depois de fazer algumas sementeiras, sobretudo de limoeiro-galego, li mais
alguns textos sobre Agostinho da Silva, nomeadamente um
relatório que a PIDE escreveu sobre ele.
14 de março de 2026

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