Virusaperiódico (182)
Com o livro sobre as flores dos Açores a ser impresso,
dediquei a manhã do dia 21 a outro que aí vem. De tarde, estive numa sessão
promovida pela ASSP e passei pela Nova Gráfica, onde assisti à impressão de
algumas páginas do livro mencionado.
No dia 22, acompanhei uma turma do 11º ano da Escola
Secundária das Laranjeiras que visitou o Jardim Botânico José do Canto e depois
fez uma parte do percurso de Antero de Quental no último dia da sua vida. Foi
agradável rever alguns dos meus últimos alunos do 8º ano de escolaridade e que
agora já estão a frequentar o 11º ano.
No dia 23, apesar de algumas limitações físicas, estive
na Ribeira Seca de Vila Franca, primeiro na Ribeira Nova, onde semeei
milho-de-vassoura e açafroa. Espero que as plantas consigam sobreviver ao
ataque dos coelhos. Na Courela, para além de limpar algumas bananeiras e
bananas, também semeei um rego de milho-de-vassoura e outro de açafroa. Recebi,
a título de oferta, entre outras prendas, couves, batatas, nabos, ervilhas e doce
de amora.
No domingo, dia 24, para além de algumas tarefas
domésticas e de escrever um texto sobre a ponte da Ribeira Seca, estive a ler
alguns textos do livro “Humor na Literatura Açoriana Antologia”.
Comecei a segunda-feira da Pombinha, dia 25, a divulgar o
lançamento do livro “Açores 500 Flores” e a terminar o texto sobre a ponte da
Ribeira Seca, cuja data de conclusão ainda não tenho confirmada.
Mais uma vez a ribeira da Ribeira Grande apareceu conspurcada
por excrementos ou terra misturada com os mesmos. Li que a Câmara Municipal da
Ribeira Grande iria criar um piquete ambiental. Espero estar enganado, mas penso
que servirá para pouco. O que é preciso é evitar que haja escorrências para aquela
linha de água e isto faz-se com um decente ordenamento e uso do território.
25 de maio de 2025

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