segunda-feira, 25 de maio de 2026

Virusaperiódico (182)

 


Virusaperiódico (182)

 

Com o livro sobre as flores dos Açores a ser impresso, dediquei a manhã do dia 21 a outro que aí vem. De tarde, estive numa sessão promovida pela ASSP e passei pela Nova Gráfica, onde assisti à impressão de algumas páginas do livro mencionado.

 

No dia 22, acompanhei uma turma do 11º ano da Escola Secundária das Laranjeiras que visitou o Jardim Botânico José do Canto e depois fez uma parte do percurso de Antero de Quental no último dia da sua vida. Foi agradável rever alguns dos meus últimos alunos do 8º ano de escolaridade e que agora já estão a frequentar o 11º ano.

 

No dia 23, apesar de algumas limitações físicas, estive na Ribeira Seca de Vila Franca, primeiro na Ribeira Nova, onde semeei milho-de-vassoura e açafroa. Espero que as plantas consigam sobreviver ao ataque dos coelhos. Na Courela, para além de limpar algumas bananeiras e bananas, também semeei um rego de milho-de-vassoura e outro de açafroa. Recebi, a título de oferta, entre outras prendas, couves, batatas, nabos, ervilhas e doce de amora.

 

No domingo, dia 24, para além de algumas tarefas domésticas e de escrever um texto sobre a ponte da Ribeira Seca, estive a ler alguns textos do livro “Humor na Literatura Açoriana Antologia”.

 

Comecei a segunda-feira da Pombinha, dia 25, a divulgar o lançamento do livro “Açores 500 Flores” e a terminar o texto sobre a ponte da Ribeira Seca, cuja data de conclusão ainda não tenho confirmada.

 

Mais uma vez a ribeira da Ribeira Grande apareceu conspurcada por excrementos ou terra misturada com os mesmos. Li que a Câmara Municipal da Ribeira Grande iria criar um piquete ambiental. Espero estar enganado, mas penso que servirá para pouco. O que é preciso é evitar que haja escorrências para aquela linha de água e isto faz-se com um decente ordenamento e uso do território.

 

25 de maio de 2025

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