Virusaperiódico (183)
Na companhia do D., no dia 28 de maio visitei o Jardim do
Palácio de Santana e o Pinhal da Paz.
Observamos árvores dignas de serem classificadas como de interesse público em
ambos os espaços verdes. No Pinhal da Paz, tiramos algumas medidas a um
eucalipto (robusta) e a um vinhático.
De tarde, estive a trabalhar num livro que há-de surgir
para o final do ano, se tudo correr bem.
Comecei o dia 29 a organizar as imagens tiradas no dia
anterior, o que fez com que estivesse ocupado grande parte da manhã. Ainda de
manhã, comecei a fazer a divulgação de uma visita guiada à Mata do Dr. Fraga,
na Maia, no próximo dia 6 de junho.
De tarde, estive a fazer trabalhos domésticos e a
preparar materiais e equipamentos para levar para a terra amanhã.
Li que um membro do Governo Regional voltou a falar em
hidrogénio verde. Há cerca de 20 anos, o hidrogénio já era apresentado como a
grande solução para os problemas energéticos dos Açores. Até se falava que
exportá-lo. Continuo a esperar, mas sentado.
No dia 30, São Pedro não foi meu amigo. Devido à chuva só
estive em Vila Franca do Campo de manhã, ficando o trabalho na terra por fazer.
De tarde, acabei de ler o nº 13 da revista Ecossocialismo e voltei a trabalhar
sobre plantas e flores.
Tomei conhecimento da morte do pensador francês Edgar
Morin. Dele possuo e li vários livros, penso que o primeiro foi "O Paradigma Perdido: a Natureza
Humana". O Mundo ficou mais pobre.
Hoje, de urgência, o Rex foi ao
veterinário e teve de ficar internado. A idade a causar estragos.
O dia 31 foi de descanso e de divulgação do lançamento do
livro “Açores 500 Flores”.
31 de maio de 2026

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