quinta-feira, 9 de julho de 2026

Virusaperiódico (191)

 


Virusaperiódico (191)

 

Comecei o dia 5 de julho a tratar das plantas do viveiro e do quintal que estavam a precisar de água. Divulguei nas redes sociais mais uma planta melífera, desta vez a tipuana que neste momento está no período de floração.

 

De tarde, acabei a leitura do livro, de Luiz Pacheco, intitulado “Textos Avulsos, Inéditos e Dispersos”. Do livro transcrevo o provérbio chinês:

 

“Atrás dos dentes, foi-se-me o siso.

Depois do siso, foi-se-me a vergonha.

Estou pronto para a sepultura.”

 

Estou a caminho, tendo já percorrido a maior parte.

 

O dia 6 de julho foi dedicado às árvores, tendo começado com uma reunião num departamento governamental e terminado com uma visita ao Jardim António Borges.

 

De tarde, estive a fazer escavações em jornais com o objetivo de desenterrar alguns factos ocorridos nos anos de 1974 e 1976. No final do dia, recebi a oferta do magnífico livro: “As aves do Cabo da Praia-Um tesouro a descobrir, um património a preservar”. Editado pelas “Letras Lavadas”, são autores Carlos Pereira e Cecília Melo.

 

No dia 7 continuaram a ser as árvore o principal alvo da minha atenção, tendo estado a fotografar algumas no Jardim António Borges e no Parque Urbano. Destaco um agradável almoço com atingas colegas da Escola Secundária das Laranjeiras.

 

O dia 8 foi quase todo dedicado a pesquisas sobre o cedro-do-mato. Visitei um quintal, onde observei uma pereira com boa fruta e com bonitas ornamentais. Li mais umas páginas do livro, de Carlos Enes, “Temas de História Açoriana, volume II”.

 

No dia 9, de manhã voltei a ler o livro de Carlos Enes e de tarde, na companhia de JC e DS, andei por Vila Franca do Campo a apreciar e a medir algumas árvores notáveis existentes no Jardim Antero de Quental e no Jardim António da Silva Cabral.

 

9 de julho de 2026

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