Virusaperiódico (204)
Todo o dia 9 foi
passado a trabalhar na revisão de provas tipográficas de um novo livro. Não
houve cabeça para mais nada.
Antes de ir trabalhar
na terra em Vila Franca do Campo, no dia 10, voltei à revisão das provas
tipográficas. Em Vila Franca limpei bananas e bananeiras e colhi alguma fruta.
No dia 11, domingo,
voltei a trabalhar na revisão do livro e li que os coelhos do Parque Urbano e
não só estão a morrer devido a uma doença infectocontagiosa grave. Parece que
surgiu por encomenda!
Passei 5 horas do dia
12 na Nova Gráfica, a “trabalhar” na paginação e correção de gralhas do livro
que tenho vindo a referir.
Dediquei as primeiras
horas do dia 13 ao ativismo ambiental. De manhã, passei pelo Jardim Botânico
José do Canto, onde estive em contacto com algumas árvores monumentais e
fotografei algumas das poucas plantas que estão com flor. Acabei um texto sobre
Jaime Brasil para ser publicado na revista “A Ideia”, caso a redação o
considere de interesse.
No dia 14, depois de
escrever um texto sobre António Sérgio e o cooperativismo, estive na Ribeira
Seca de Vila Franca do Campo em contacto com as abelhas.
No fim do dia, voltei
a ler, no Açoriano Oriental, uma notícia sobre o julgamento de Alexandre
Gaudêncio. Uma tristeza, existirem políticos “novos” que têm comportamentos
“velhos”. Quando termina esta “telenovela”?
Na madrugada do dia
15, voltei ao trabalho de revisão de um livro que penso vai dar muito que
falar. Estive na Ribeira Seca de Vila Franca do Campo em contacto com as
plantas e a colher alguns frutos.
No dia 16, continuei
os trabalhos de revisão do livro e estive no quintal a fazer algumas podas.
Voltei ao veterinário com o Max que foi pela primeira vez ao SPA.
Comecei o dia 17 com
a leitura de algumas entrevistas de Zeca Afonso e depois estive na Ribeira Nova
a fazer alguns trabalhos na terra.
O dia 18 foi quase
todo de trabalho na Ribeira Nova, sendo a maior parte do tempo a combater plantas
infestantes. Como nota desagradável, verifiquei que me roubaram uma grande
extensão de rede ovelheira. Como se não bastassem os grandes filhos-de-puta a
tramar a vida dos portugueses, os pequenos filhos-de-puta também não ficam
atrás.
18 de outubro de 2026

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