Virusaperiódico (157)
De manhã, no dia 19, estive em Vila Franca do
Campo, onde fiz colheitas de alguma fruta e dei alimento às abelhas. De tarde,
estive a recordar alguns acontecimentos ocorridos em 1975. Como o futuro parece
sombrio, recordar é viver!
No dia 20, de manhã, estive no Jardim Botânico
José do Canto, onde observei algumas plantas e a tentei colocar num mapa a sua
localização. De tarde, estive a responder a um conjunto de solicitações, de
amigos e de alguns desconhecidos, quase todas relacionadas com plantas e o seu
uso.
No dia 21, para além de uma ida a uma consulta
médica, pois a idade não perdoa, estive em Vila Franca do Campo onde fui colher
alguma da pouca fruta que ainda há. De tarde, todo o meu tempo foi passado a trabalhar
sobre plantas ornamentais.
Comecei e acabei o dia 22, a trabalhar num futuro
livro sobre flores dos Açores. Li algumas páginas da revista “A Ideia”.
No dia 23 voltei a estar ocupado na preparação
do livro sobre flores e estive a pesquisar sobre plantas existentes no tempo de
José do Canto no seu jardim e que hoje lá não se encontram.
Voltei às pesquisas sobre Simplício Gago da Câmara (1808-1888), grande proprietário
rural da ilha de São Miguel e aventureiro que muito contribui para a
modernização da agricultura.
Recebi a agradável notícia de que a partir da próxima
semana estará disponível para todos os interessados a terceira edição do meu
livro “Plantas usadas na medicina popular nos Açores” que tal como as
anteriores edições é da responsabilidade da Letras Lavadas.
23 de janeiro de 2026

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