Virusaperiódico (200)
No dia 11, estive a
ler alguns textos de Jaime Brasil publicados no Suplemento d’A Batalha, nos
anos 20 do século passado. Confirmei que Brasil era desalinhado da maioria dos
pensadores do seu tempo, mesmo dos que estavam na sua área ideológica.
O dia 12 de setembro
foi passado quase todo na Ribeira Nova a mondar e a arrancar infestantes.
Aproveitei a oportunidade para “inspecionar as colmeias”, tendo verificado que
até agora há muito pouco mel.
A manhã do dia 13 foi
passada no Porto Formoso a apreciar a maior exposição de urtigas (cóleos) que
conheço e que merece ser classificada como património cultural municipal. A
tarde foi para preguiçar, pois todos temos o direito, pouco reivindicado, à
preguiça.
No dia 14 estive a
preparar alguns vimes para depois usá-los em “empalhar” uma garrafa ou fazer um
pequeno cesto. Recebi a oferta de cerca de uma centena e meia de livros. Terei
tempo útil para ler algumas dezenas que me despertaram a atenção?
No dia 15 passei pelo
Jardim Botânico José do Canto para acompanhar o crescimento dos novos rebentos
do bambu-gigante e tentar localizar os jambeiros existentes. Verifiquei que há
duas plantas adultas que ou não frutificam ou produzem muito poucos frutos talvez por estarem em locais com muito pouca
luz solar.
No dia 16, estive a
ler os primeiros textos da revista “Flauta de Luz”, recentemente chegada e a
reler uma publicação sobre o Dr. José Pereira Botelho.
Na quinta-feira, 17, e
na sexta-feira, 18, andei por Vila Franca do Campo a conviver com familiares e
amigos e a fazer algumas (poucas) colheitas.
No dia 19, estive a
fazer algumas limpezas no quintal e a reler alguns textos sobre o escritor
injustamente esquecido Jaime Brasil.
Finalmente, no
domingo, 20, li alguns textos da revista “Ecossocialismo”. Como é dia de festa
no Pico da Pedra, também foi dia de convívio familiar.
20 de setembro de
2026

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