segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Virusaperiódico (200)

 


Virusaperiódico (200)

 

No dia 11, estive a ler alguns textos de Jaime Brasil publicados no Suplemento d’A Batalha, nos anos 20 do século passado. Confirmei que Brasil era desalinhado da maioria dos pensadores do seu tempo, mesmo dos que estavam na sua área ideológica.

 

O dia 12 de setembro foi passado quase todo na Ribeira Nova a mondar e a arrancar infestantes. Aproveitei a oportunidade para “inspecionar as colmeias”, tendo verificado que até agora há muito pouco mel.

 

A manhã do dia 13 foi passada no Porto Formoso a apreciar a maior exposição de urtigas (cóleos) que conheço e que merece ser classificada como património cultural municipal. A tarde foi para preguiçar, pois todos temos o direito, pouco reivindicado, à preguiça.

 

No dia 14 estive a preparar alguns vimes para depois usá-los em “empalhar” uma garrafa ou fazer um pequeno cesto. Recebi a oferta de cerca de uma centena e meia de livros. Terei tempo útil para ler algumas dezenas que me despertaram a atenção?

 

No dia 15 passei pelo Jardim Botânico José do Canto para acompanhar o crescimento dos novos rebentos do bambu-gigante e tentar localizar os jambeiros existentes. Verifiquei que há duas plantas adultas que ou não frutificam ou produzem muito poucos frutos  talvez por estarem em locais com muito pouca luz solar.

 

No dia 16, estive a ler os primeiros textos da revista “Flauta de Luz”, recentemente chegada e a reler uma publicação sobre o Dr. José Pereira Botelho.

 

Na quinta-feira, 17, e na sexta-feira, 18, andei por Vila Franca do Campo a conviver com familiares e amigos e a fazer algumas (poucas) colheitas.

 

No dia 19, estive a fazer algumas limpezas no quintal e a reler alguns textos sobre o escritor injustamente esquecido Jaime Brasil.

 

Finalmente, no domingo, 20, li alguns textos da revista “Ecossocialismo”. Como é dia de festa no Pico da Pedra, também foi dia de convívio familiar.

 

20 de setembro de 2026

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