Virusaperiódico (184)
No primeiro dia de junho, continuei a divulgar o
lançamento do livro “Açores 500 Flores”, estive a rever um texto sobre memórias
do longo Verão Quente nos Açores e rascunhei um artigo para o jornal da Casa do
Povo do Pico da Pedra.
O Rex regressou a casa, mas vai ficar sujeito a medicação
enquanto vida tiver.
Comecei o dia 2 a organizar ficheiros de fotografias
sobre plantas melíferas, tendo neste momento o registo de 74. É uma pena não
haver uma publicação sobre o assunto nos Açores com o período de floração.
Seria um instrumento de trabalho muito útil para os apicultores. Visitei um
espaço ajardinado, onde encontrei algumas árvores mal classificadas. Há
“especialistas” muito criativos.
No dia 3, destaco o lançamento do livro “Açores 500
Flores” de que sou coautor com Raimundo Quintal. Registo a oferta que recebi do
Editor das Letras Lavadas, um exemplar especial do livro.
No dia 4,visitei o Pinhal da Paz, almocei a ver aviões a
aterrar e a levantar e acabei o dia a visitar a Mata do Pópulo. Um dia muito
preenchido!
No dia 5, Dia Mundial do Ambiente, a principal atividade
foi uma visita à Quinta do Agricultor na Relva. Um espaço que merece ser mais
conhecido por parte de residentes e visitantes. No fim do dia ainda houve tempo
para a leitura das primeiras páginas do livro “O Povo é quem Mais Ordena.
Revolução dos Cravos 1974-1976”, de Victor Pereira, editado pela Fora de Jogo.
No dia 6, visitei a Mata do Dr. Fraga, na Maia, as “Terras
do Chá”, na Lombinha da Maia, e a Fábrica de Chá, no Porto Formoso.
6 de junho de 2026

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