sábado, 6 de junho de 2026

Virusaperiódico (184)

 


Virusaperiódico (184)

 

No primeiro dia de junho, continuei a divulgar o lançamento do livro “Açores 500 Flores”, estive a rever um texto sobre memórias do longo Verão Quente nos Açores e rascunhei um artigo para o jornal da Casa do Povo do Pico da Pedra.

 

O Rex regressou a casa, mas vai ficar sujeito a medicação enquanto vida tiver.

 

Comecei o dia 2 a organizar ficheiros de fotografias sobre plantas melíferas, tendo neste momento o registo de 74. É uma pena não haver uma publicação sobre o assunto nos Açores com o período de floração. Seria um instrumento de trabalho muito útil para os apicultores. Visitei um espaço ajardinado, onde encontrei algumas árvores mal classificadas. Há “especialistas” muito criativos.

 

No dia 3, destaco o lançamento do livro “Açores 500 Flores” de que sou coautor com Raimundo Quintal. Registo a oferta que recebi do Editor das Letras Lavadas, um exemplar especial do livro.

 

No dia 4,visitei o Pinhal da Paz, almocei a ver aviões a aterrar e a levantar e acabei o dia a visitar a Mata do Pópulo. Um dia muito preenchido!

 

No dia 5, Dia Mundial do Ambiente, a principal atividade foi uma visita à Quinta do Agricultor na Relva. Um espaço que merece ser mais conhecido por parte de residentes e visitantes. No fim do dia ainda houve tempo para a leitura das primeiras páginas do livro “O Povo é quem Mais Ordena. Revolução dos Cravos 1974-1976”, de Victor Pereira, editado pela Fora de Jogo.

 

No dia 6, visitei a Mata do Dr. Fraga, na Maia, as “Terras do Chá”, na Lombinha da Maia, e a Fábrica de Chá, no Porto Formoso.

 

6 de junho de 2026

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