Virusaperiódico (187)
O dia 15 foi para
descansar a cabeça, depois de uns meses de muito trabalho “intelectual”.
No quintal, arranquei
algumas ervas ditas daninhas que passaram a estar a fazer a cobertura do solo e
em casa estive cerca de duas horas e meia a tirar favas das vagens e a cortar
feijão verde que me haviam sido oferecidas no dia anterior. Se as pessoas
imaginassem o trabalho que dá a quem trabalha a terra produzir favas ou feijões
antes de chegarem ao prato, valorizavam mais a agricultura e os agricultores!
No dia 16 de manhã
estive no Jardim José do Canto, onde optei por permanecer algum tempo num
recanto. Lá observei pela primeira vez a fava-da-cova e a avenca. Além disso,
registei a presença de um exemplar muito interessante de uma árvore-do-fogo e de
uma monumental tipuana.
Apesar de alguma
chuva, no dia 17, foi possível de manhã e no princípio da tarde, na companhia
de D., tentar uma visita à Mata do Dr. Fraga. Escrevi tentar, pois apesar das
promessas batemos com o nariz no portão.
Na Fábrica de Chá Gorreana,
estivemos a apreciar algumas árvores, como um metrosídero (robusta) e três
gincos, dois deles monumentais.
Depois estivemos no
Porto Formoso onde observamos uma paulonia, árvore introduzida na Europa, em
1834, a partir do Japão. A seguir estivemos na Ribeira Grande, onde no Mercado,
observamos e tiramos algumas medidas a três araucárias monumentais. No Parque Infantil-
Jardim Paraíso, fizemos o mesmo à araucária lá existente.
Depois de alguns
trabalhos domésticos, estive a organizar ficheiros e a ler mais algumas páginas
do livro “O Povo é quem Mais Ordena. Revolução dos Cravos 1974-1976”, de Victor
Pereira, e do livro “Terras do Espírito Santo”, de Teresa Tomé.
17 de junho de 2026

Sem comentários:
Enviar um comentário