domingo, 19 de julho de 2026

Virusaperiódico (193)

 


Virusaperiódico (193)

 

No dia 13, de manhã,  terminei a leitura do livro “Temas de História Açoriana, volume II”, de Carlos Enes. Pelos temas tratados gostei mais do 1º volume, que também recomendo, e retomei a leitura do livro “Terras do Espírito Santo”, de Teresa Tomé.

 

Para além de ter feito uma pesquisa sobre uma planta que está presente no Jardim José do Canto e que já existia no tempo do seu criador, estive a derreter cera das abelhas e passeei com os dois cães, o Rex e o Max.

 

No dia 14, de manhã estive no Jardim José do Canto e de tarde voltei a pesquisar sobre árvores.

 

No dia 15, com o D., estive no Porto Formoso e nas Furnas a fotografar e a tirar medidas de árvores que merecem ser classificadas como de interesse público. Recebi a oferta de uma interessante publicação sobre as urtigas de Nossa Senhora da Graça, padroeira do Porto Formoso.

 

 Comecei o dia 16 a fazer pesquisas sobre as urtigas (Coleus soutellarioides) de que tenho algumas variedades no quintal e no viveiro. Depois estive a fazer alterações num texto que não há maneira de ficar em condições de estar em condições de ser tornado público.

 

De tarde, estive algum tempo no quintal a arrancar algumas ervas ditas daninhas e dediquei algum tempo ao ativismo ambiental. Li vários disparates em jornais regionais que mostram que o jornalismo anda pelas ruas da amargura e que alguns textos para além de serem mera propaganda governamental são boas peças de deseducação ambiental. Ler jornais por vezes é saber menos!

 

Impedido de trabalhar no quintal, devido à chuva miudinha, descansei e li algumas páginas do livro, de Stefano Mancuso, “A Cidade Viva”.

 

No dia 17, esperei sentado pela saída dos resultados dos exames nacionais. Nunca assisti a uma trapalhada tão grande.

O dia 18 foi passado na Ribeira Nova a trabalhar na terra. Cansei o corpo e descansei a alma.

 

Comecei o dia 19 a divulgar nas redes sociais mais uma planta que para além de ser ornamental e medicinal é melífera, a bonina (Calendula officinalis).

 

O que mais me espantou neste domingo foi o facto de algumas escolas estarem abertas, por causa do reformismo do ministro e do desgoverno de Portugal. Espero que não tenha afetado a afluência às missas.

 

Durante a tarde, voltei à leitura do livro  “A Cidade Viva”. Maravilhoso!

 

19 de julho de 2026

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