segunda-feira, 27 de julho de 2026

Virusaperiódico (194)

 


Virusaperiódico (194)

 

No dia 20 andei pela Maia, tendo verificado que os moradores também enfeitam as ruas com urtigas ou cóleos (Coleus scutellarioides).

 

Verifiquei que a açafroa que semeei no quintal já começou a florir. Amanhã penso já começar a colheita.

 

Hoje, recebi a oferta de dois livros. Um sobre Daniel de Sá, intitulado “Rememorando Daniel de Sá: escritor dos Açores e do Mundo” e o Deus dos últimos”, a autoria daquele escritor outro da sua autoria. Chegará o dia em que serão lidos!

 

O dia 21 foi um dia muito triste. Morreu o Rex, que também era conhecido por Barriga.

 

No dia 22 andei pelo Jardim dos Frades na Lagoa a apreciar duas árvores que merecem ser classificadas como de interesse público e pela Ribeira Nova, na Ribeira Seca de Vila Franca do Campo, onde fiz algumas mondas e li alguns textos publicados na revista “Seara Nova” à sombra de uma critpoméria.

 

Comecei o dia 23 a escrever sobre a araucária do Jardim dos Frades e voltei à Lagoa para tirar algumas medidas da araucária referida. Voltei à Ribeira Seca de Vila Franca para visitar o bananal, tendo antes passado pela Vinha da Areia. O mar estava calmíssimo.

 

No dia 24, depois de uma curta caminhada na Lagoa, andei por casa a divagar. Li que a população de milhafres está a diminuir. Consequência do desenvolvimento sustentável açoriano?

 

Telefonicamente recebi uma proposta, que para concretizar me vai dar muito trabalho. Não aceitei de imediato. Adiei a resposta até ao dia 12 de agosto.

 

No sábado, dia 25, ao contrário do habitual, não trabalhei na terra. Descansei e li o livro, de Felícia Cabrita, intitulado “A comunista e o PIDE”, sobre a vida de Carolina Loff, que se apaixonou por um PIDE. Ela traiu o PCP e ele, Júlio Almeida, abandonou a polícia política.

 

Recebi várias fotografias de uma planta herbácea de nome comum margarida-de-são-miguel (Symphyotrichum novi-belgii), oriunda da América do Norte, que neste momento está em flor. Mais uma espécie que nunca tinha visto.

 

Comecei o dia 26 a ler os títulos dos jornais e num deles é referido que a alga invasora poderá ter vários usos. Felizmente não referiram que poderia se uma fonte de riqueza para os Açores tal como no passado foi afirmado para o lagostim de água doce que apareceu na Lagoa do Peixe, em São Miguel.

 

De manhã, depois de divulgar mais uma planta melífera, desta vez a couve, estive a fazer pesquisas sobre o escritor Jaime Brasil.

 

De tarde, fiz algumas mondas no quintal e li algumas páginas de um livro de Edgar Rodrigues.

 

26 de julho de 2026

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