Virusaperiódico (178)
Impossibilitado de fazer trabalhos manuais, passei grande
parte do dia 4 a ler sobre os territórios de Goa, Damão e Diu para onde foram
alguns militares açorianos, um dos quais João Bolota, da Ribeira Seca de Vila
Franca do Campo. Também estive algum tempo no computador a ler documentação que
me foi enviada pelos Serviços Florestais relacionada com o arvoredo de
interesse público.
Comecei o dia 5 a procurar fotografias da Ribeira Seca de
Vila Franca do Campo para uma exposição a realizar na localidade em junho.
Acabei a leitura do livro sobre o fim da “Índia” que esteve dominada por
Portugal. Para quem não está dentro do assunto, recomento.
Nos dias 6 e 7, o corpo não me deixou trabalhar como
queria, sobretudo na terra. Voltei à pesquisa sobre a Ribeira Seca de Vila
Franca do Campo, à leitura do livro, do economista Bagão Félix, “Quarenta
Árvores” e a pequenos trabalhos sobre a violência nos Açores depois de 1974.
No dia 8, logo pela manhã recebi a triste notícia da
morte do meu antigo colega da Escola Secundária da Ribeira Grande, Manuel
Francisco Aguiar que substituí no Conselho Diretivo. Os sentidos pêsames a toda
a família.
O resto do dia foi passado em leituras diversas,
nomeadamente de jornais regionais e do livro atrás referido.
8 de maio de 2026

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