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domingo, 25 de outubro de 2026

Virusaperiódico (205)

 


Virusaperiódico (205)

 

Depois de uns dias em que a quase única preocupação foi o livro Anos de Chumbo nos Açores (1974-1982), no dia 20 já consegui respirar com mais calma. O dia foi marcado por um sismo que felizmente não causou estragos.

 

"No dia 21, comecei a trabalhar num novo livro. Enquanto respirar, não posso ficar parado, o meu avô Manuel Soares costumava dizer: “barco parado não ganha frete”. À tarde, marquei presença no Clube de Leitura da ASSP, onde foi apresentado o livro Casa-Mãe, da pico-pedrense Paula Cabral. Uma excelente apresentação conduzida por Luís Bastos."

 

No dia 22, dia de aniversário registo o encontro com duas pessoas amigas e estive a divulgar o lançamento do livro Anos de Chumbo nos Açores, que ocorrerá a 6 de novembro.

 

Comecei no dia 23 a leitura do livro A Palavra Mágica- Uma vida escrita, de Isabel Allende, uma das minhas escritoras preferidas. Estive a reescrever alguns apontamentos para um livro sobre a minha freguesia, a Ribeira Seca de Vila Franca do Campo.

 

Quase todo o dia 24 foi passado na minha Ribeira Seca, a trabalhar na terra, onde estive a cortar ramos de groselheiras, a mondar à volta de algumas árvores e a podar novelões. No fim do dia voltei à leitura do livro de Isabel Allende.

 

Na madrugada do dia 25 dediquei algum tempo ao ativismo ambiental, tendo entre outros assuntos, feito a divulgação de mais uma planta melífera, o chá.

 

Durante a manhã, depois de tratar dos animais, voltei à leitura de A Palavra Mágica- Uma vida escrita e redigi mais um texto para o livro sobre a Ribeira Seca.

 

De tarde, foi dia de convívio familiar com o pretexto de assinalar o meu envelhecimento.

 

25 de outubro 2026

sábado, 17 de outubro de 2026

Virusaperiódico (204)

 


Virusaperiódico (204)

 

Todo o dia 9 foi passado a trabalhar na revisão de provas tipográficas de um novo livro. Não houve cabeça para mais nada.

 

Antes de ir trabalhar na terra em Vila Franca do Campo, no dia 10, voltei à revisão das provas tipográficas. Em Vila Franca limpei bananas e bananeiras e colhi alguma fruta.

 

No dia 11, domingo, voltei a trabalhar na revisão do livro e li que os coelhos do Parque Urbano e não só estão a morrer devido a uma doença infectocontagiosa grave. Parece que surgiu por encomenda!

 

Passei 5 horas do dia 12 na Nova Gráfica, a “trabalhar” na paginação e correção de gralhas do livro que tenho vindo a referir.

 

Dediquei as primeiras horas do dia 13 ao ativismo ambiental. De manhã, passei pelo Jardim Botânico José do Canto, onde estive em contacto com algumas árvores monumentais e fotografei algumas das poucas plantas que estão com flor. Acabei um texto sobre Jaime Brasil para ser publicado na revista “A Ideia”, caso a redação o considere de interesse.

 

No dia 14, depois de escrever um texto sobre António Sérgio e o cooperativismo, estive na Ribeira Seca de Vila Franca do Campo em contacto com as abelhas.

 

No fim do dia, voltei a ler, no Açoriano Oriental, uma notícia sobre o julgamento de Alexandre Gaudêncio. Uma tristeza, existirem políticos “novos” que têm comportamentos “velhos”. Quando termina esta “telenovela”?

 

Na madrugada do dia 15, voltei ao trabalho de revisão de um livro que penso vai dar muito que falar. Estive na Ribeira Seca de Vila Franca do Campo em contacto com as plantas e a colher alguns frutos.

 

No dia 16, continuei os trabalhos de revisão do livro e estive no quintal a fazer algumas podas. Voltei ao veterinário com o Max que foi pela primeira vez ao SPA.

 

Comecei o dia 17 com a leitura de algumas entrevistas de Zeca Afonso e depois estive na Ribeira Nova a fazer alguns trabalhos na terra.

 

O dia 18 foi quase todo de trabalho na Ribeira Nova, sendo a maior parte do tempo a combater plantas infestantes. Como nota desagradável, verifiquei que me roubaram uma grande extensão de rede ovelheira. Como se não bastassem os grandes filhos-de-puta a tramar a vida dos portugueses, os pequenos filhos-de-puta também não ficam atrás.

 

18 de outubro de 2026

domingo, 4 de outubro de 2026

Virusaperiódico (202)

 


Virusaperiódico (202)

 

No dia 28, o mau tempo não me deixou trabalhar na terra para cuidar das plantas. Aproveitei para continuar a ler o livro sobre a PIDE, que mesmo depois de passar a designar-se DGS continuou a sua obra de torturar os opositores ao marcelismo. Fico triste por ver que ainda hoje são muitos a chorar pela ditadura salazarista/marcelista.

 

No dia 29, passei pelo Jardim Botânico José do Canto para observar o crescimento do bambu-gigante, tendo verificado que um dos rebentos aumentou a sua altura, em 15 dias, em 20 cm. Continuei a leitura do livro sobre a PIDE que é recordada com saudade por muitos filhos biológicos e ideológicos dos torcionários e que andam por aí disfarçados de democratas de vários matizes.

 

No dia 30, voltei à Biblioteca Pública de Ponta Delgada para consultar os últimos jornais “A Vila” que fechou as portas no dia 30 de novembro de 1974, apresentando como justificação o estado de saúde do Dr. Simas e razões financeiras, que me parecem serem “falsas”, pois na altura existiam jovens que pretendiam dar continuidade ao jornal.

 

No dia 1 de outubro, li o prefácio e o posfácio do livro “Ilhas Desconhecidas”, edição Fac-simile comemorativa do centenário da primeira edição, da responsabilidade da editora Letras Lavadas e ainda antes do Sol nascer escrevi um curto texto sobre as sementes de duas espécies de araucárias. De tarde, na companhia do D. e do J-C, estive no Parque Urbano a fotografar a bela-sombra. Observei muito menos coelhos do que na visita anterior. Cansei-me muito, será da idade?

 

No dia 2, li as primeiras páginas do livro “A las barricadas: Os portugueses na Guerra Civil de Espanha”, de Maria José Costa e levei o Max a uma consulta.

 

No dia 3, devido ao estado do tempo não foi possível trabalhar em Vila Franca. Fiquei pelo Pico da Pedra, onde ajudei a fazer limpezas no quintal. Comecei a leitura de “A Independência Açoriana e seu fundamento”, da autoria de António d’Avila Gomes.

 

3 de outubro de 2026

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Virusaperiódico (201)

 


Virusaperiódico (201)

 

O dia 21 foi destinado a tratar de burocracias relacionadas com os canídeos que vivem cá em casa e a algumas leituras. Aproveitei para fotografar a primeira e penso que única fachada de uma casa, no Pico da Pedra, que esteve ornamentada com urtigas (cóleos) durante as festas da padroeira.

 

No dia 22 voltei à ilha Terceira para participar num colóquio sobre Jaime Brasil (https://www.youtube.com/watch?v=PvDvJ-PLzqg&t=3755s). Em Angra tive a oportunidade de observar pela primeira vez uma monumental Ficus microcarpa que merece ser classificada como árvore de interesse público.

 

O dia 23 foi dedicado a preparar todo o material para um próximo livro que vai dar muito que falar. Comecei a leitura de “Histórias da PIDE-vol. 2”, de José Pedro Castanheira.

 

No dia 24 entreguei na tipografia o texto e as imagens do livro já referido e voltei às pesquisas para confirmar a origem de algumas fotografias. No início da noite, vi, sem pegar no sono, um fraco jogo da seleção nacional de futebol.

 

No dia 25 passei pelo Jardim Botânico José do Canto quase exclusivamente para observar o crescimento dos bambus-gigantes e estive o resto da manhã a consultar jornais na Biblioteca Publica Regional de Ponta Delgada.

 

No sábado, dia 26, estive em Vila Franca do Campo a limpar bananas e bananeiras e a arrancar e cortar conteiras. Colhi as primeiras batatas yacon, alguns jambos e feijoas.

 

No domingo, dia 27, em casa estive a fazer pesquisas nos primeiros jornais A VILA publicados depois de 25 de Abril de 1974. Continuei a leitura do livro de José Pedro Castanheira e voltei às pesquisas sobre as plantas e as suas utilizações nos Açores.

 

27 de setembro de 2026

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Virusaperiódico (200)

 


Virusaperiódico (200)

 

No dia 11, estive a ler alguns textos de Jaime Brasil publicados no Suplemento d’A Batalha, nos anos 20 do século passado. Confirmei que Brasil era desalinhado da maioria dos pensadores do seu tempo, mesmo dos que estavam na sua área ideológica.

 

O dia 12 de setembro foi passado quase todo na Ribeira Nova a mondar e a arrancar infestantes. Aproveitei a oportunidade para “inspecionar as colmeias”, tendo verificado que até agora há muito pouco mel.

 

A manhã do dia 13 foi passada no Porto Formoso a apreciar a maior exposição de urtigas (cóleos) que conheço e que merece ser classificada como património cultural municipal. A tarde foi para preguiçar, pois todos temos o direito, pouco reivindicado, à preguiça.

 

No dia 14 estive a preparar alguns vimes para depois usá-los em “empalhar” uma garrafa ou fazer um pequeno cesto. Recebi a oferta de cerca de uma centena e meia de livros. Terei tempo útil para ler algumas dezenas que me despertaram a atenção?

 

No dia 15 passei pelo Jardim Botânico José do Canto para acompanhar o crescimento dos novos rebentos do bambu-gigante e tentar localizar os jambeiros existentes. Verifiquei que há duas plantas adultas que ou não frutificam ou produzem muito poucos frutos  talvez por estarem em locais com muito pouca luz solar.

 

No dia 16, estive a ler os primeiros textos da revista “Flauta de Luz”, recentemente chegada e a reler uma publicação sobre o Dr. José Pereira Botelho.

 

Na quinta-feira, 17, e na sexta-feira, 18, andei por Vila Franca do Campo a conviver com familiares e amigos e a fazer algumas (poucas) colheitas.

 

No dia 19, estive a fazer algumas limpezas no quintal e a reler alguns textos sobre o escritor injustamente esquecido Jaime Brasil.

 

Finalmente, no domingo, 20, li alguns textos da revista “Ecossocialismo”. Como é dia de festa no Pico da Pedra, também foi dia de convívio familiar.

 

20 de setembro de 2026

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Virusaperiódico (199)

 


Virusaperiódico (199)

 

O dia 6 de setembro foi passado na Courela e na Ribeira Nova, na Ribeira Seca de Vila Franca do Campo. Na Courela limpei bananas e bananeiras e estive a tirar algumas guias dos quivis. Na Ribeira Nova, arranquei alguns feitos, tabaqueiras e conteiras que em poucos meses estavam a cobrir as plantações de endémicas.

 

Apesar da desgraça deste ano em termos de frutas, colhi poucas bananas e os primeiros jambos.

 

Porque me deitei muto cedo, na madrugada de domingo dediquei algum tempo ao ativismo ambiental no âmbito da IRIS, corrigi algumas informações do texto de um livro que irá para a tipografia em breve e reli algumas partes do livro de João Freire: “Quatro Itinerários anarquistas- Botelho, Quintal, Santana e Aquino”. Adriano Botelho era natural da ilha Terceira, Emídio Santana e Tomás de Aquino estiveram presos na mesma ilha.

 

Cansado do trabalho no sábado, para além da leitura, semeei chocalheiras e estive a descascar vimes.

 

O dia 7 foi atípico, não consegui fazer nada de jeito a não ser correr roupa. Nada de jeito também foram as notícias que recebi. A primeira, foi a de um ex-PCP (será que alguma vez foi comunista?) era agora figura com algum destaque num partido de protofascistas em que alguns nem sabem que o são. A segunda foi que na Ucrânia a prostituição iria ser legalizada por uma boa causa, financiar a guerra.

 

No dia 8 passei pelo Jardim Botânico José do Canto, onde observei o crescimento dos bambus (Bambu-gigante- Bambusa bambos) e um cogumelo galinha-da-floresta (Laetiporus sulphureus).

 

O dia 9 foi passado a cobrir (ou melhor a ver cobrir) um frasco de mel com vimes. Não ficou como o esperado, pois não tínhamos a matéria-prima adequada.

 

No dia 10, comecei a leitura do jornal MAPA e li alguns textos de Jaime Brasil publicados no Suplemento Ilustrado d’A Batalha.

 

10 de setembro de 2026

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Virusaperiódico (198)

 


Virusaperiódico (198)

 

No dia 29 de agosto, trabalhei no quintal, no Pico da Pedra, onde estive a arrancar uma trepadeira invasora e a fazer algumas podas. Em Vila Franca do Campo, estive a limpar bananas e bananeiras, na Courela, e a arrancar rícinos na Ribeira Nova, onde colhi alguns jambos.

 

Li num jornal que alguém considerou que havia pontos comuns entre o futebol e a tauromaquia. Esqueceu-se de dizer que uma coisa é massacrar uma bola e a outra é torturar um animal para pazear de alguns sádicos. Que rica tradição!

 

Comecei o domingo, dia 30, a acabar de rascunhar um texto sobre Jaime Brasil e os Açores e depois tentei identificar um  inseto que estava numa fotografia enviada por uma pessoa amiga. Trata-se de uma borboleta da espécie Agrius convolvuli que em criança conhecia como flintintim, mas que  também é conhecida como borboleta-da-batata-doce ou borboleta-caveira.

 

Ainda de manhã, antes de dar o passeio habitual com o Max, estive a divulgar mais uma planta melífera, desta vez as sécias que eram características dos enfeites das casas por ocasião das festas do Senhor da Pedra, em Vila Franca do Campo.

 

Comecei o dia 31 a ler um texto de Jaime Brasil sobre a educação sexual e depois a reescrever um texto sobre o seu trabalho como biógrafo e tradutor.

 

Hoje, 3 de setembro, de manhã fiz uma caminhada involuntária em Ponta Delgada, sendo a maior parte do percurso no litoral. As pernas acharam que 7 km era demasiado, para a idade ou para a falta de treino.

 

Para descansar um pouco a mente que anda atarefada com Jaime Brasil, estive a descascar vimes, numa maquineta que fiz.

 

3 de setembro de 2026

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Virusaperiódico (197)

 



Virusaperiódico (197)

 

Depois de alguns dias a repousar, passei o dia 22 de agosto nas Furnas num workshop de fibras a aprender a empalhar uma garrafa com recurso a vimes. Estou a preparar-me para morrer “sábio”.  No início da noite assisti a um concerto dado por dois pico-pedrenses, no Largo da Juventude.

 

Ainda de madrugada, no dia 23 de agosto, estive a ler sobre Jaime Brasil um libertário terceirense que foi um dos maiores jornalistas portugueses do seu tempo, que lutou contra o conservadorismo da ditadura salazarista em Portugal e que se correspondeu com o autonomista que aderiu ao Estado Novo, José Bruno Tavares Carreiro. De manhã, dediquei algum tempo ao ativismo ambiental que para uns tansos é a causa de todos os males.

 

Durante a tarde, estive a preparar tomates para serem desidratados e coloquei na terra, sementes de chocalheira, de papaeira e de uma planta ornamental cujo nome comum desconheço, mas que apresenta o seguinte nome científico: Diploglotis cunninghamii.

 

No dia 24 li alguns capítulos do romance autobiográfico de Vitorino Nemésio intitulado “Varanda de Pilatos” e fiz algumas limpezas no quintal. Li que na sociedade portuguesa as desigualdades aumentam, um dos sinais está no facto de apenas 3% dos estudantes pobres terem conseguido entrar para a universidade.

 

O dia 26 foi ocupado na sua totalidade com leituras diversas de textos de ou sobre Jaime Brasil.

 

Comecei o dia 27 a fazer um rascunho sobre a correspondência entre Jaime Brasil, libertário, e José Bruno Carreiro, autonomista conservador. De manhã voltei a trabalhar na terra, no quintal. Mondei, rocei e podei uma sebe de sabugueiros.

 

27 de agosto de 2026

terça-feira, 18 de agosto de 2026

Virusaperiódico (196)

 


Virusaperiódico (196)

 

No dia 11 de agosto chegou a casa uma nova habitante, a Bella que tem agitado o dia-a-dia.

 

No dia 14 de agosto, andei pelo concelho da Povoação, onde juntei o útil ao agradável. Sem qualquer stresse, estive acompanhado de duas pessoas amigas a observar árvores, algumas delas que merecem a classificação de interesse público. Uma delas um azevinho, localizado numa pastagem onde é possível observar uma paisagem ímpar.

 

Fiquei desapontado com alguma degradação que observei no Museu do Trigo. Nas Furnas, nos Serviços Florestais para além da observação de duas árvores e de alguns patos num “lago” artificial não gostei de ver algumas aves engaioladas.

 

No início da noite, coisa rara, fui assistir a um concerto no Largo da Juventude. Pensava que era uma iniciativa da Filarmónica Aliança dos Prazeres, mas estava redondamente enganado.

 

No dia 16, fui visitar as minhas colmeias em Vila Franca do Campo, tendo numa delas colocado meia alça. O resto do dia foi passado com investigações históricas.

 

Para um trabalho que está em curso, em ritmo lento, estive na Biblioteca Pública de Ponta Delgada a fazer pesquisas sobre a oposição ao salazarismo

 

No dia 18, durante várias horas da madrugada estive a tirar apontamentos sobre a participação dos libertários no combate às ditaduras, militar e a salazarista/marcelista.

 

De manhã estive em Vila Franca do Campo para colher  bananas. Como não havia nada em condições de ser apanhado, aproveitei para rever a vista que se obtém a partir do Miradouro da Senhora da Paz.

 

18 de agosto de 2026

domingo, 2 de agosto de 2026

Virusaperiódico (195)

 


Virusaperiódico (195)

 

No dia 28 estive no Jardim Botânico José do Canto, onde observei com pormenor algumas plantas, como uma vidália que se encontra envasada e que em breve vai florir, uma gardénia que nunca vi florida e o bambu-gigante que está com rebentos e que pretendo acompanhar o crescimento.

 

Comecei o dia 29 a ler alguns textos de Jaime Brasil  publicados no Suplemento Ilustrado Semanal do Jornal “A Batalha”. De manhã, estive numa consulta de fisioterapia e espero em breve estar em condições de participar numa maratona. De tarde, descansei, porque o tempo não me deixou ir trabalhar no quintal.

 

No dia 30 continuei as minhas pesquisas na Biblioteca Pública de Ponta Delgada, sobre Jaime Brasil e Alice Moderno.

 

No dia 31, de manhã estive a reler alguns textos de Alice Moderno para averiguar se houve algum contacto entre ela e Jaime Brasil. De tarde, destaco a ida a Rabo de Peixe comprar plantas ornamentais e aromáticas.

 

O primeiro dia de agosto foi passado, de manhã no Pico da Pedra a fazer alguns trabalhos no quintal e de tarde, na Courela a limpar bananas e bananeiras. Depois de uma tarde cansativa, no final do dia, no meu quintal, estive a apanhar açafroa.

 

Comecei o dia 2 a ler cartas de Jaime Brasil e depois dediquei algum tempo a divulgar mais uma planta melífera, a açafroa, que também é uma planta medicinal, tintureira e usada como condimento.

 

Como este mês é o de férias para grande parte das pessoas, o meu dia-a-dia não vai sofrer grandes alterações, mas o rimo de trabalho será outro, isto é, vai passar a ser “devagar e devagarinho” e o vírus aparecerá quando achar por bem.

 

2 de agosto de 2026

segunda-feira, 27 de julho de 2026

Virusaperiódico (194)

 


Virusaperiódico (194)

 

No dia 20 andei pela Maia, tendo verificado que os moradores também enfeitam as ruas com urtigas ou cóleos (Coleus scutellarioides).

 

Verifiquei que a açafroa que semeei no quintal já começou a florir. Amanhã penso já começar a colheita.

 

Hoje, recebi a oferta de dois livros. Um sobre Daniel de Sá, intitulado “Rememorando Daniel de Sá: escritor dos Açores e do Mundo” e o Deus dos últimos”, a autoria daquele escritor outro da sua autoria. Chegará o dia em que serão lidos!

 

O dia 21 foi um dia muito triste. Morreu o Rex, que também era conhecido por Barriga.

 

No dia 22 andei pelo Jardim dos Frades na Lagoa a apreciar duas árvores que merecem ser classificadas como de interesse público e pela Ribeira Nova, na Ribeira Seca de Vila Franca do Campo, onde fiz algumas mondas e li alguns textos publicados na revista “Seara Nova” à sombra de uma critpoméria.

 

Comecei o dia 23 a escrever sobre a araucária do Jardim dos Frades e voltei à Lagoa para tirar algumas medidas da araucária referida. Voltei à Ribeira Seca de Vila Franca para visitar o bananal, tendo antes passado pela Vinha da Areia. O mar estava calmíssimo.

 

No dia 24, depois de uma curta caminhada na Lagoa, andei por casa a divagar. Li que a população de milhafres está a diminuir. Consequência do desenvolvimento sustentável açoriano?

 

Telefonicamente recebi uma proposta, que para concretizar me vai dar muito trabalho. Não aceitei de imediato. Adiei a resposta até ao dia 12 de agosto.

 

No sábado, dia 25, ao contrário do habitual, não trabalhei na terra. Descansei e li o livro, de Felícia Cabrita, intitulado “A comunista e o PIDE”, sobre a vida de Carolina Loff, que se apaixonou por um PIDE. Ela traiu o PCP e ele, Júlio Almeida, abandonou a polícia política.

 

Recebi várias fotografias de uma planta herbácea de nome comum margarida-de-são-miguel (Symphyotrichum novi-belgii), oriunda da América do Norte, que neste momento está em flor. Mais uma espécie que nunca tinha visto.

 

Comecei o dia 26 a ler os títulos dos jornais e num deles é referido que a alga invasora poderá ter vários usos. Felizmente não referiram que poderia se uma fonte de riqueza para os Açores tal como no passado foi afirmado para o lagostim de água doce que apareceu na Lagoa do Peixe, em São Miguel.

 

De manhã, depois de divulgar mais uma planta melífera, desta vez a couve, estive a fazer pesquisas sobre o escritor Jaime Brasil.

 

De tarde, fiz algumas mondas no quintal e li algumas páginas de um livro de Edgar Rodrigues.

 

26 de julho de 2026

domingo, 19 de julho de 2026

Virusaperiódico (193)

 


Virusaperiódico (193)

 

No dia 13, de manhã,  terminei a leitura do livro “Temas de História Açoriana, volume II”, de Carlos Enes. Pelos temas tratados gostei mais do 1º volume, que também recomendo, e retomei a leitura do livro “Terras do Espírito Santo”, de Teresa Tomé.

 

Para além de ter feito uma pesquisa sobre uma planta que está presente no Jardim José do Canto e que já existia no tempo do seu criador, estive a derreter cera das abelhas e passeei com os dois cães, o Rex e o Max.

 

No dia 14, de manhã estive no Jardim José do Canto e de tarde voltei a pesquisar sobre árvores.

 

No dia 15, com o D., estive no Porto Formoso e nas Furnas a fotografar e a tirar medidas de árvores que merecem ser classificadas como de interesse público. Recebi a oferta de uma interessante publicação sobre as urtigas de Nossa Senhora da Graça, padroeira do Porto Formoso.

 

 Comecei o dia 16 a fazer pesquisas sobre as urtigas (Coleus soutellarioides) de que tenho algumas variedades no quintal e no viveiro. Depois estive a fazer alterações num texto que não há maneira de ficar em condições de estar em condições de ser tornado público.

 

De tarde, estive algum tempo no quintal a arrancar algumas ervas ditas daninhas e dediquei algum tempo ao ativismo ambiental. Li vários disparates em jornais regionais que mostram que o jornalismo anda pelas ruas da amargura e que alguns textos para além de serem mera propaganda governamental são boas peças de deseducação ambiental. Ler jornais por vezes é saber menos!

 

Impedido de trabalhar no quintal, devido à chuva miudinha, descansei e li algumas páginas do livro, de Stefano Mancuso, “A Cidade Viva”.

 

No dia 17, esperei sentado pela saída dos resultados dos exames nacionais. Nunca assisti a uma trapalhada tão grande.

O dia 18 foi passado na Ribeira Nova a trabalhar na terra. Cansei o corpo e descansei a alma.

 

Comecei o dia 19 a divulgar nas redes sociais mais uma planta que para além de ser ornamental e medicinal é melífera, a bonina (Calendula officinalis).

 

O que mais me espantou neste domingo foi o facto de algumas escolas estarem abertas, por causa do reformismo do ministro e do desgoverno de Portugal. Espero que não tenha afetado a afluência às missas.

 

Durante a tarde, voltei à leitura do livro  “A Cidade Viva”. Maravilhoso!

 

19 de julho de 2026

domingo, 12 de julho de 2026

Virusaperiódico (192)

 


Virusaperiódico (192)

 

No dia 10 de julho, voltei à leitura do livro de Carlos Enes já referido e redigi algumas linhas de um texto que aguarda outros contributos.

 

No fim do dia, estive alguns minutos no quintal a tirar alguma junça junto de alguns pés de tomateiro que me ofereceram.

 

Comecei o dia 11 de julho a trabalhar na Courela, onde rocei alguma erva, tirei algumas guias dos quivis e estive a tirar do atalho ramos de incensos que haviam sido podados. Depois do almoço, estive na Ribeira Nova, onde apesar de muito cansado ainda estive a  roçar feitos que estavam a cobrir algumas fruteiras que havia reproduzido por estaquia.

 

No fim do dia voltei à leitura do livro de Carlos Enes que aborda entre outros temas as festas do Espírito Santo que segundo o autor estavam em declínio. Ao contrário de Carlos Enes, pelo menos em São Miguel, acho que estão mais pujantes, mas completamente adulteradas.

 

Na madrugada do dia 12 estive a trabalhar num texto sobre o eucalipto-limão do Jardim Dr. António da Silva Cabral, em Vila Franca do Campo e sobre as duas araucárias gémeas da Baia de São Lourenço que parece terem os dias contados. É uma pena, pois são duas árvores muito antigas e com porte considerável.

 

De tarde, depois de passar alguma roupa a ferro, estive a ler mais um capítulo do livro de Carlos Enes que recomendo.

 

A contaminação da ilha Terceira continua a dar que falar. Obrigar os responsáveis a corrigir o mal que fizeram é que não!

 

12 de julho de 2026

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Virusaperiódico (191)

 


Virusaperiódico (191)

 

Comecei o dia 5 de julho a tratar das plantas do viveiro e do quintal que estavam a precisar de água. Divulguei nas redes sociais mais uma planta melífera, desta vez a tipuana que neste momento está no período de floração.

 

De tarde, acabei a leitura do livro, de Luiz Pacheco, intitulado “Textos Avulsos, Inéditos e Dispersos”. Do livro transcrevo o provérbio chinês:

 

“Atrás dos dentes, foi-se-me o siso.

Depois do siso, foi-se-me a vergonha.

Estou pronto para a sepultura.”

 

Estou a caminho, tendo já percorrido a maior parte.

 

O dia 6 de julho foi dedicado às árvores, tendo começado com uma reunião num departamento governamental e terminado com uma visita ao Jardim António Borges.

 

De tarde, estive a fazer escavações em jornais com o objetivo de desenterrar alguns factos ocorridos nos anos de 1974 e 1976. No final do dia, recebi a oferta do magnífico livro: “As aves do Cabo da Praia-Um tesouro a descobrir, um património a preservar”. Editado pelas “Letras Lavadas”, são autores Carlos Pereira e Cecília Melo.

 

No dia 7 continuaram a ser as árvore o principal alvo da minha atenção, tendo estado a fotografar algumas no Jardim António Borges e no Parque Urbano. Destaco um agradável almoço com atingas colegas da Escola Secundária das Laranjeiras.

 

O dia 8 foi quase todo dedicado a pesquisas sobre o cedro-do-mato. Visitei um quintal, onde observei uma pereira com boa fruta e com bonitas ornamentais. Li mais umas páginas do livro, de Carlos Enes, “Temas de História Açoriana, volume II”.

 

No dia 9, de manhã voltei a ler o livro de Carlos Enes e de tarde, na companhia de JC e DS, andei por Vila Franca do Campo a apreciar e a medir algumas árvores notáveis existentes no Jardim Antero de Quental e no Jardim António da Silva Cabral.

 

9 de julho de 2026

sábado, 4 de julho de 2026

Virusaperiódico (190)

 



Virusaperiódico (190)

 

No dia 29 estive a cortar feitos, fetos-comuns ou feiteira (Pteridium aquilinum) no quintal que estavam a perturbar a açafroa e a pesquisar sobre plantas.

 

No dia 30, depois de passar pela Escola Secundária das Laranjeiras, onde encontrei alguns colegas, uma antiga aluna da Escola Roberto Ivens e um primo que não conhecia, neto do meu tio-avô António Braga. De tarde, acompanhei uma atividade de uma ação de formação realizada no Parque Urbano. Aproveitei para tirar fotografias de algumas plantas que estavam floridas.

 

A melhor notícia foi o regresso de minha tia Zélia a casa, depois de alguns dias internada no hospital de Ponta Delgada.

 

No dia 1 de julho, de manhã, visitei a Mata do Dr. Fraga, na estrada Regional das Furnas, na freguesia da Maia. De tarde, andei por casa a descansar e a ler textos  de Luiz Pacheco.

 

Comecei o dia 2 de julho a pesquisar sobre plantas e no início da tarde estive com o J-CM e o JPM, no Pinhal da Paz, a tirar medidas de algumas árvores. No fim do dia li mais algumas páginas do livro “Terras do Espírito Santo”.

 

No dia 3 de julho fiz uma pausa para respirar e fui ver os aviões….

 

Comecei o dia 4 de julho com a leitura de mais umas páginas do livro de Teresa Tomé já referido anteriormente e estive em Vila Franca do Campo a trabalhar na terra. Primeiro na Ribeira Nova onde arranquei ervas que estavam a cobrir uma sebe e plantei curcuma, depois na Courela limpei algumas bananas e bananeiras que só agora estão a dar o ar da sua graça, mas a precisar de alguma água.

 

Fotografei algumas plantas e como a freguesia da Ribeira Seca está em festa, fui observar o quarto do Espírito Santo das Crianças que está muito bonito. Já agora informo que gosto das boas tradições e não aprecio outras como o desperdício de dinheiro em roqueiras ou o desfile dos “gueixos”.

 

Recebi a oferta de algumas fotocópias do jornal Diário de Anúncios, do dia 10 de maio de 1894, então dirigido por Nuno Cordeiro. Recordo que Alice Moderno esteve ligada àquele jornal entre 1891 e 1893 e que a propósito do diretor que a substituiu escreveu o seguinte: …esse bombeiro que talvez perceba mais de incêndios do que de gramática”.

 

4 de julho de 2026

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Virusaperiódico (189)

 


Virusaperiódico (189)

 

Quase todo o dia 24, Dia de São João, foi passado a repousar. Acabei a leitura do livro “E o Povo é quem mais ordena- Revolução dos Cravos 1974-1976”. Um bom livro que recomendo.

 

No fim do dia, a pedido de um jornalista, escrevi uma nota sobre as plantas do género Brugmansia, oriundas da América Central e do Sul que são usadas nos Açores com fins ornamentais.

 

Comecei o dia 25 com a leitura do livro “Textos Avulsos, Inéditos e Dispersos”, de Luiz Pacheco. Do livro, sem contextualizar, tirei a frase seguinte, que merece uma reflexão: “No princípio criou Deus  o céu e a terra e destinou -os ambos a serem governados pelos Americanos”.

 

De manhã, com o D., andei por jardins a fotografar e a tirar medidas de árvores. Primeiro no Jardim da Universidade dos Açores, depois no Jardim Antero de Quental e por último, no Jardim António Borges. A tarde foi para ganhar forças …

 

O dia 26 foi dedicado ao ativismo ambientalista, relacionado com a classificação de arvoredo de interesse público e à leitura do livro de Luiz Pacheco.

 

No dia 27 estive em contacto com a natureza em Vila Franca do Campo.  Primeiro na Ribeira Nova, onde inspecionei as colmeias e corrigi um erro. Depois, na Courela, onde, apesar de algumas limitações, limpei algumas bananeiras e bananas.

 

Na Rua do Jogo conversei com um grande produtor de bananas, JN, que me disse que este ano tem sido mau. Foram as temperaturas muito baixas esta primavera e agora está a fazer falta alguma água. Para mim este está a ser o pior ano em termos de produção de bananas.

 

Comecei o dia 28 a divulgar nas redes sociais mais uma planta melífera, a Cymbalaria muralis, que pelo menos a Junta de Freguesia do Pico da Pedra não gosta de a ver nos muros.

 

Durante a tarde estive no quintal a fazer algumas mondas e a transplantar boninas e comecei a preparar garrafas para fazer armadilhas para a mosca da fruta.

 

No fim do dia, voltei a trabalhar em propostas de classificação de árvores de interesse público.

 

28 de junho de 2026

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Virusaperiódico (188)

 


Virusaperiódico (188)

 

No dia 19, de manhã e início da tarde  estive na Maia a conversar e a recordar o passado e fotografei um bonito exemplar de um dragoeiro. De tarde, estive a trabalhar sobre o passado, que merece ficar registado.

 

O trabalho na Courela, na Ribeira Seca de Vila Franca do Campo, preencheu o dia 20. Limpei bananas e bananeiras e transplantei algumas.

 

À enorme alegria de ver as plantas crescerem e frutificarem está a associada a profunda tristeza de detetar que fui roubado. Um pequeno filho-de-puta, levou-me uma mandarineira que havia plantado o ano passado.

 

No fim do dia, com o corpo a pedir descanso, apenas li dois contos do 1º volume do livro “Guardadores de Memórias”, de Roberto Pereira Rodrigues.

 

No dia do solstício de Verão comecei a trabalhar muito cedo no computador, tendo começado a escrever um texto sobre o Jardim José do Canto e depois a contatar várias pessoas que estão a colaborar num projeto editorial que não vai permitir que a história seja contada e mal por alguns que são especialistas em deturpar factos, a omitir alguns e a inventar outros.

 

Com dificuldades de locomoção, desisti de trabalhar no quintal, tendo apenas lido algumas páginas do livro de Roberto Rodrigues já mencionado.

 

No dia 22 estive em Vila Franca do Campo em casa de um amigo a recordar o passado e em casa, impedido de ir ao quintal, apenas fiz algumas leituras.

 

No dia 23, a pedido da perna esquerda, apenas estive alguns minutos no Jardim Botânico José do Canto. O resto do dia foi passado a escrever alguns textos no computador e vi, sem pegar no sono, um desafio de futebol. Um dos jogadores passou de besta a bestial.

 

23 de junho de 2026

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Virusaperiódico (187)

 


Virusaperiódico (187)

 

O dia 15 foi para descansar a cabeça, depois de uns meses de muito trabalho “intelectual”.

 

No quintal, arranquei algumas ervas ditas daninhas que passaram a estar a fazer a cobertura do solo e em casa estive cerca de duas horas e meia a tirar favas das vagens e a cortar feijão verde que me haviam sido oferecidas no dia anterior. Se as pessoas imaginassem o trabalho que dá a quem trabalha a terra produzir favas ou feijões antes de chegarem ao prato, valorizavam mais a agricultura e os agricultores!

 

No dia 16 de manhã estive no Jardim José do Canto, onde optei por permanecer algum tempo num recanto. Lá observei pela primeira vez a fava-da-cova e a avenca. Além disso, registei a presença de um exemplar muito interessante de uma árvore-do-fogo e de uma monumental tipuana.

 

Apesar de alguma chuva, no dia 17, foi possível de manhã e no princípio da tarde, na companhia de D., tentar uma visita à Mata do Dr. Fraga. Escrevi tentar, pois apesar das promessas batemos com o nariz no portão.

 

Na Fábrica de Chá Gorreana, estivemos a apreciar algumas árvores, como um metrosídero (robusta) e três gincos, dois deles monumentais.

 

Depois estivemos no Porto Formoso onde observamos uma paulonia, árvore introduzida na Europa, em 1834, a partir do Japão. A seguir estivemos na Ribeira Grande, onde no Mercado, observamos e tiramos algumas medidas a três araucárias monumentais. No Parque Infantil- Jardim Paraíso, fizemos o mesmo à araucária lá existente.

 

Depois de alguns trabalhos domésticos, estive a organizar ficheiros e a ler mais algumas páginas do livro “O Povo é quem Mais Ordena. Revolução dos Cravos 1974-1976”, de Victor Pereira, e do livro “Terras do Espírito Santo”, de Teresa Tomé.

 

17 de junho de 2026

domingo, 14 de junho de 2026

Virusaperiódico (186)

 


Virusaperiódico (186)

 

O dia 10 de junho foi preenchido com trabalho no quintal, sobretudo a mondar a açafroa e o milho de vassoura e a derreter cera de abelha. Ao fim da tarde comecei a leitura do livro “Terras do Espírito Santo”, de Teresa Tomé.

 

Comecei o dia 11, a redigir um texto sobre as três espécies do género Rhododendron existentes no Jardim Botânico José do Canto que pelas árvores de porte monumental merece uma visita.

 

Depois de mais uma sessão de trabalho a derreter cera de abelha e de alguns trabalhos domésticos voltei à leitura do manifesto “Por uma Revolução Ecossocialista”.

 

No dia 12 estive em Vila Franca do Campo, onde assisti à homenagem a alguns vila-franquenses por parte da Câmara Municipal. Entre os homenageados destaco Odete Braga, Simplício Gago da Câmara e Elias Sardinha. Apreciei a comunicação que foi feita pelo orador convidado, Carlos Vieira. Por último, também assisti a uma singela homenagem ao padre António José Pimentel Cassiano.

 

Ao chegar a casa, depois de alguns anos, voltei a ouvir o “piar” de um mocho juvenil.

 

Comecei o dia 13 a preparar uma imagem para uma campanha em curso em defesa das abelhas. Em Vila Franca do Campo, colhi as últimas laranjas e muito poucas bananas. Também limpei algumas bananas e bananeiras.

 

No domingo, dia 14, dediquei algum tempo ao ativismo ambiental e a um livro que espero que veja a luz do dia ainda este ano.

 

Participei, como orador, na sessão solene de abertura das comemorações dos 25 anos da freguesia da Ribeira Seca do concelho de Vila Franca do Campo, a localidade onde nasci e onde fiz a instrução primária e onde hoje passo alguns dias da minha vida em contacto com a natureza.

15 de junho de 2026

terça-feira, 9 de junho de 2026

Virusaperiódico (185)

 


Virusaperiódico (185)

 

Logo pela manhã do dia 7, recebi a informação de que um destacado membro da Assembleia Municipal da Ribeira Grande plantou uma espécie invasora na sua propriedade no Porto Formoso, o chorão-trepadeira (Carpobrotus edulis) (ver https://azoresbioportal.uac.pt/pt/especies-dos-acores/carpobrotus-edulis-6374/). Eu que já participei numa ação de arranque daquela espécie, fiquei indignado, pois o que deve ser feito é a sua erradicação e não a sua propagação. Desconhecimento?

 

Ainda de manhã, estive a mondar as plantas que estão no viveiro e dei-lhes alguma água.

 

A tarde foi dedicada à leitura de mais algumas páginas do livro “O Povo é quem Mais Ordena. Revolução dos Cravos 1974-1976”, de Victor Pereira e do manifesto “Por uma Revolução Ecossocialista”, editado pelo Coletivo “Toupeira Vermelha”.

 

No dia 8, estive na Ribeira Nova e na Courela a colher alguma fruta e passei pela tipografia “A Crença” para comprar o livro de Carlos Vieira sobre as festas do Espírito Santo da Mãe de Deus.

 

No dia 9, depois de uma visita ao Jardim José do Canto, passei pela Biblioteca Pública de Ponta Delgada, onde assinei um auto de receção de documentação que lá depositei e pela Livraria Letras Lavadas, para assinar um livro, a pedido de uma compradora. Passei também pela Nova Gráfica, onde fui presenteado com dois livros: um de história e outro sobre literatura. Espero ter tempo para ler todos os livros que estão a aguardar uma leitura.

 

No fim da tarde, dediquei algum tempo à escrita de um pequeno texto sobre plantas.

 

9 de junho de 2026