quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Virusaperiódico (199)

 


Virusaperiódico (199)

 

O dia 6 de setembro foi passado na Courela e na Ribeira Nova, na Ribeira Seca de Vila Franca do Campo. Na Courela limpei bananas e bananeiras e estive a tirar algumas guias dos quivis. Na Ribeira Nova, arranquei alguns feitos, tabaqueiras e conteiras que em poucos meses estavam a cobrir as plantações de endémicas.

 

Apesar da desgraça deste ano em termos de frutas, colhi poucas bananas e os primeiros jambos.

 

Porque me deitei muto cedo, na madrugada de domingo dediquei algum tempo ao ativismo ambiental no âmbito da IRIS, corrigi algumas informações do texto de um livro que irá para a tipografia em breve e reli algumas partes do livro de João Freire: “Quatro Itinerários anarquistas- Botelho, Quintal, Santana e Aquino”. Adriano Botelho era natural da ilha Terceira, Emídio Santana e Tomás de Aquino estiveram presos na mesma ilha.

 

Cansado do trabalho no sábado, para além da leitura, semeei chocalheiras e estive a descascar vimes.

 

O dia 7 foi atípico, não consegui fazer nada de jeito a não ser correr roupa. Nada de jeito também foram as notícias que recebi. A primeira, foi a de um ex-PCP (será que alguma vez foi comunista?) era agora figura com algum destaque num partido de protofascistas em que alguns nem sabem que o são. A segunda foi que na Ucrânia a prostituição iria ser legalizada por uma boa causa, financiar a guerra.

 

No dia 8 passei pelo Jardim Botânico José do Canto, onde observei o crescimento dos bambus (Bambu-gigante- Bambusa bambos) e um cogumelo galinha-da-floresta (Laetiporus sulphureus).

 

O dia 9 foi passado a cobrir (ou melhor a ver cobrir) um frasco de mel com vimes. Não ficou como o esperado, pois não tínhamos a matéria-prima adequada.

 

No dia 10, comecei a leitura do jornal MAPA e li alguns textos de Jaime Brasil publicados no Suplemento Ilustrado d’A Batalha.

 

10 de setembro de 2026

Sem comentários: