Virusaperiódico (198)
No dia 29 de agosto,
trabalhei no quintal, no Pico da Pedra, onde estive a arrancar uma trepadeira
invasora e a fazer algumas podas. Em Vila Franca do Campo, estive a limpar
bananas e bananeiras, na Courela, e a arrancar rícinos na Ribeira Nova, onde
colhi alguns jambos.
Li num jornal que alguém
considerou que havia pontos comuns entre o futebol e a tauromaquia. Esqueceu-se
de dizer que uma coisa é massacrar uma bola e a outra é torturar um animal para
pazear de alguns sádicos. Que rica tradição!
Comecei o domingo,
dia 30, a acabar de rascunhar um texto sobre Jaime Brasil e os Açores e depois
tentei identificar um inseto que estava
numa fotografia enviada por uma pessoa amiga. Trata-se de uma borboleta da
espécie Agrius convolvuli que em criança conhecia como flintintim, mas que
também é conhecida como
borboleta-da-batata-doce ou borboleta-caveira.
Ainda de manhã, antes
de dar o passeio habitual com o Max, estive a divulgar mais uma planta
melífera, desta vez as sécias que eram características dos enfeites das casas
por ocasião das festas do Senhor da Pedra, em Vila Franca do Campo.
Comecei o dia 31 a
ler um texto de Jaime Brasil sobre a educação sexual e depois a reescrever um
texto sobre o seu trabalho como biógrafo e tradutor.
Hoje, 3 de setembro,
de manhã fiz uma caminhada involuntária em Ponta Delgada, sendo a maior parte
do percurso no litoral. As pernas acharam que 7 km era demasiado, para a idade
ou para a falta de treino.
Para descansar um pouco
a mente que anda atarefada com Jaime Brasil, estive a descascar vimes, numa maquineta
que fiz.
3 de setembro de 2026

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