quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Virusaperiódico (198)

 


Virusaperiódico (198)

 

No dia 29 de agosto, trabalhei no quintal, no Pico da Pedra, onde estive a arrancar uma trepadeira invasora e a fazer algumas podas. Em Vila Franca do Campo, estive a limpar bananas e bananeiras, na Courela, e a arrancar rícinos na Ribeira Nova, onde colhi alguns jambos.

 

Li num jornal que alguém considerou que havia pontos comuns entre o futebol e a tauromaquia. Esqueceu-se de dizer que uma coisa é massacrar uma bola e a outra é torturar um animal para pazear de alguns sádicos. Que rica tradição!

 

Comecei o domingo, dia 30, a acabar de rascunhar um texto sobre Jaime Brasil e os Açores e depois tentei identificar um  inseto que estava numa fotografia enviada por uma pessoa amiga. Trata-se de uma borboleta da espécie Agrius convolvuli que em criança conhecia como flintintim, mas que  também é conhecida como borboleta-da-batata-doce ou borboleta-caveira.

 

Ainda de manhã, antes de dar o passeio habitual com o Max, estive a divulgar mais uma planta melífera, desta vez as sécias que eram características dos enfeites das casas por ocasião das festas do Senhor da Pedra, em Vila Franca do Campo.

 

Comecei o dia 31 a ler um texto de Jaime Brasil sobre a educação sexual e depois a reescrever um texto sobre o seu trabalho como biógrafo e tradutor.

 

Hoje, 3 de setembro, de manhã fiz uma caminhada involuntária em Ponta Delgada, sendo a maior parte do percurso no litoral. As pernas acharam que 7 km era demasiado, para a idade ou para a falta de treino.

 

Para descansar um pouco a mente que anda atarefada com Jaime Brasil, estive a descascar vimes, numa maquineta que fiz.

 

3 de setembro de 2026

Sem comentários: