Virusaperiódico (189)
Quase todo o dia 24,
Dia de São João, foi passado a repousar. Acabei a leitura do livro “E o Povo é
quem mais ordena- Revolução dos Cravos 1974-1976”. Um bom livro que recomendo.
No fim do dia, a
pedido de um jornalista, escrevi uma nota sobre as plantas do género Brugmansia,
oriundas da América Central e do Sul que são usadas nos Açores com fins
ornamentais.
Comecei o dia 25 com
a leitura do livro “Textos Avulsos, Inéditos e Dispersos”, de Luiz Pacheco. Do
livro, sem contextualizar, tirei a frase seguinte, que merece uma reflexão: “No
princípio criou Deus o céu e a terra e
destinou -os ambos a serem governados pelos Americanos”.
De manhã, com o D.,
andei por jardins a fotografar e a tirar medidas de árvores. Primeiro no Jardim
da Universidade dos Açores, depois no Jardim Antero de Quental e por último, no
Jardim António Borges. A tarde foi para ganhar forças …
O dia 26 foi dedicado
ao ativismo ambientalista, relacionado com a classificação de arvoredo de
interesse público e à leitura do livro de Luiz Pacheco.
No dia 27 estive em
contacto com a natureza em Vila Franca do Campo. Primeiro na Ribeira Nova, onde inspecionei as
colmeias e corrigi um erro. Depois, na Courela, onde, apesar de algumas
limitações, limpei algumas bananeiras e bananas.
Na Rua do Jogo
conversei com um grande produtor de bananas, JN, que me disse que este ano tem
sido mau. Foram as temperaturas muito baixas esta primavera e agora está a
fazer falta alguma água. Para mim este está a ser o pior ano em termos de produção
de bananas.
Comecei o dia 28 a
divulgar nas redes sociais mais uma planta melífera, a Cymbalaria
muralis, que pelo menos a Junta de Freguesia do Pico da Pedra não gosta de a
ver nos muros.
Durante a tarde estive
no quintal a fazer algumas mondas e a transplantar boninas e comecei a preparar
garrafas para fazer armadilhas para a mosca da fruta.
No fim do dia,
voltei a trabalhar em propostas de classificação de árvores de interesse
público.
28 de junho de
2026

Sem comentários:
Enviar um comentário