Virusaperiódico (186)
O dia 10 de junho foi
preenchido com trabalho no quintal, sobretudo a mondar a açafroa e o milho de
vassoura e a derreter cera de abelha. Ao fim da tarde comecei a leitura do
livro “Terras do Espírito Santo”, de Teresa Tomé.
Comecei o dia 11, a
redigir um texto sobre as três espécies do género Rhododendron existentes
no Jardim Botânico José do Canto que pelas árvores de porte monumental merece
uma visita.
Depois de mais uma
sessão de trabalho a derreter cera de abelha e de alguns trabalhos domésticos
voltei à leitura do manifesto “Por uma Revolução Ecossocialista”.
No dia 12 estive em
Vila Franca do Campo, onde assisti à homenagem a alguns vila-franquenses por
parte da Câmara Municipal. Entre os homenageados destaco Odete Braga, Simplício
Gago da Câmara e Elias Sardinha. Apreciei a comunicação que foi feita pelo
orador convidado, Carlos Vieira. Por último, também assisti a uma singela
homenagem ao padre António José Pimentel Cassiano.
Ao chegar a casa,
depois de alguns anos, voltei a ouvir o “piar” de um mocho juvenil.
Comecei o dia 13 a
preparar uma imagem para uma campanha em curso em defesa das abelhas. Em Vila
Franca do Campo, colhi as últimas laranjas e muito poucas bananas. Também
limpei algumas bananas e bananeiras.
No domingo, dia 14,
dediquei algum tempo ao ativismo ambiental e a um livro que espero que veja a
luz do dia ainda este ano.
Participei, como
orador, na sessão solene de abertura das comemorações dos 25 anos da freguesia
da Ribeira Seca do concelho de Vila Franca do Campo, a localidade onde nasci e
onde fiz a instrução primária e onde hoje passo alguns dias da minha vida em
contacto com a natureza.
15 de junho de 2026

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