Virusaperiódico (188)
No dia 19, de manhã e
início da tarde estive na Maia a
conversar e a recordar o passado e fotografei um bonito exemplar de um
dragoeiro. De tarde, estive a trabalhar sobre o passado, que merece ficar
registado.
O trabalho na
Courela, na Ribeira Seca de Vila Franca do Campo, preencheu o dia 20. Limpei
bananas e bananeiras e transplantei algumas.
À enorme alegria de
ver as plantas crescerem e frutificarem está a associada a profunda tristeza de
detetar que fui roubado. Um pequeno filho-de-puta, levou-me uma mandarineira
que havia plantado o ano passado.
No fim do dia, com o
corpo a pedir descanso, apenas li dois contos do 1º volume do livro “Guardadores
de Memórias”, de Roberto Pereira Rodrigues.
No dia do solstício
de Verão comecei a trabalhar muito cedo no computador, tendo começado a
escrever um texto sobre o Jardim José do Canto e depois a contatar várias
pessoas que estão a colaborar num projeto editorial que não vai permitir que a
história seja contada e mal por alguns que são especialistas em deturpar
factos, a omitir alguns e a inventar outros.
Com dificuldades de
locomoção, desisti de trabalhar no quintal, tendo apenas lido algumas páginas
do livro de Roberto Rodrigues já mencionado.
No dia 22 estive em
Vila Franca do Campo em casa de um amigo a recordar o passado e em casa,
impedido de ir ao quintal, apenas fiz algumas leituras.
No dia 23, a pedido
da perna esquerda, apenas estive alguns minutos no Jardim Botânico José do
Canto. O resto do dia foi passado a escrever alguns textos no computador e vi,
sem pegar no sono, um desafio de futebol. Um dos jogadores passou de besta a
bestial.
23 de junho de 2026

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