Virusaperiódico (192)
No dia 10 de julho,
voltei à leitura do livro de Carlos Enes já referido e redigi algumas linhas de
um texto que aguarda outros contributos.
No fim do dia, estive
alguns minutos no quintal a tirar alguma junça junto de alguns pés de tomateiro
que me ofereceram.
Comecei o dia 11 de
julho a trabalhar na Courela, onde rocei alguma erva, tirei algumas guias dos
quivis e estive a tirar do atalho ramos de incensos que haviam sido podados.
Depois do almoço, estive na Ribeira Nova, onde apesar de muito cansado ainda estive
a roçar feitos que estavam a cobrir
algumas fruteiras que havia reproduzido por estaquia.
No fim do dia voltei
à leitura do livro de Carlos Enes que aborda entre outros temas as festas do
Espírito Santo que segundo o autor estavam em declínio. Ao contrário de Carlos
Enes, pelo menos em São Miguel, acho que estão mais pujantes, mas completamente
adulteradas.
Na madrugada do dia
12 estive a trabalhar num texto sobre o eucalipto-limão do Jardim Dr. António
da Silva Cabral, em Vila Franca do Campo e sobre as duas araucárias gémeas da
Baia de São Lourenço que parece terem os dias contados. É uma pena, pois são duas
árvores muito antigas e com porte considerável.
De tarde, depois de
passar alguma roupa a ferro, estive a ler mais um capítulo do livro de Carlos
Enes que recomendo.
A contaminação da
ilha Terceira continua a dar que falar. Obrigar os responsáveis a corrigir o
mal que fizeram é que não!
12 de julho de 2026

Sem comentários:
Enviar um comentário