Virusaperiódico (176)
Comecei o dia 26 a fazer limpezas no quintal e devido ao
cansaço repousei bastante no resto do dia. Estive a selecionar livros para
depositar na Biblioteca Pública de Ponta Delgada e li mais umas páginas do
livro já referido sobre António Sérgio.
No dia 27, acabei de ler a Revista de História das
Ideias, 5, que é dedicada a António Sérgio. Passei algumas horas na revisão do
livro cujo título será “Açores 500 Flores”.
No dia 28, visitei o Jardim Botânico José do Canto, tendo
focado a minha atenção no Roseiral, onde para além de várias roseiras
lindíssimas é possível observar a roseira-verde, a roseira-do-espírito-santo e
a roseira-da-madre-teresa-da- anunciada.
No dia 29 a minha atenção recaiu na análise da Portaria
n.º 50/2026 de 29 de abril de 2026, que aprova o modelo de requerimento de
classificação de arvoredo de interesse público. Há algumas exigências
perfeitamente desnecessárias. Com que objetivo? Desincentivar a apresentação de
propostas?
Grande parte do dia
foi dedicado às flores e à revisão do livro “Açores 500 Flores”.
Comecei o dia 30 a
organizar fotografias de plantas, algumas delas enviadas por uma pessoa amiga
que fotografou pela primeira vez abelhas em flores da endémica
ginjeira-do-mato.
No resto do dia, para
além da revisão do livro que já está mais próxima do fim, estive a ler “Xeque-Mate
a Goa”, de Maria Manuel Stocker.
Recebi uma publicação
onde são apresentadas as emissões de CO2 pelas várias fontes
produtoras de energia elétrica, sendo a maior a incineração de resíduos, a tal
que é considerada energia renovável, segundo alguns palermas, e que era anunciada
como energia limpa pela boca de outros tantos.
30 de abril de 2026

Sem comentários:
Enviar um comentário