Virusaperiódico (145)
O dia 2 de dezembro foi um dos dias mais longos
de 2025.
Comecei o dia a fazer trabalhos no computador,
prossegui na Biblioteca Pública de Ponta Delgada, onde estive a fazer pesquisas
sobre jardins e alguns acontecimentos ocorridos no mês de agosto de 1978, um
mês em que o bombismo e a guerra das bandeiras não esteve de ferias na ilha de
São Miguel. Passei pelo Jardim José do Canto, onde tive a oportunidade de
apreciar o roseiral que está muito bem arranjado. Pela primeira vez provei os
pedúnculos das frutas da uva-do-japão (Hovenia dulcis). O sabor não contradiz
o nome, muito doces!
De tarde, depois de dar o habitual passeio com
o Max e com o Rex, voltei ao computador e acabei de ler o livro sobre Otelo
Saraiva de Carvalho.
À noite, estive presente em duas assembleias
gerais da Associação Cultural Recreativa e Desportiva do Pico da Pedra que
durou até quase às 23h 30 min. Hora a que habitualmente já estou em sono
profundo.
Como os livros sobre política geralmente me
deprimem, comecei o dia 3 a ler o livro “A Vida Secreta das Árvores”, de Peter
Wohlleben e a rever um texto a propósito da Campanha “SOS Cagarro”, de 2025. O
resto da manhã foi passado a fazer pesquisas em jornais de 1978. A tarde foi
passada na terra, em Vila Franca do Campo, em colheitas e a limpar bananas e
bananeiras.
O dia 4 foi totalmente preenchido com leituras
no “Agricultor Michaelense” e no jornal “Luta Pela Democracia Popular” que se publicou
em Ponta Delgada nos anos de 1975 e 1976, bem como com pesquisas no meu arquivo
sobre o Verão Quente.
4 de dezembro de 2025

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